Category Archives: SEO

Google PLus para empresas

Google Plus para empresas – Adição de Urls Amigáveis

O Google Places está cada vez mais integrado com o Google Plus.

Recentemente recebemos emails de notificação do Google para que as empresas cadastradas no Google Places “reservem” sua url amigável no Google Plus, sendo que as empresas neste mesmo processo são “obrigadas” a criar uma página no Google Plus (Como são espertinhos)

Segue abaixo um exemplo do que recebemos via email

Imagem email do Google Plus
Imagem do email recebido para utilização de urls amigáveis

Interessante é que realmente o Google demorou a implementar as urls amigáveis para páginas e eles praticamente vivem de boa indexação… agora é esperar para ver os resultados com as novas urls.

Estou com sorte

“Estou com sorte” – Vale a pena usar?

O Google possui a ferramenta “estou com sorte” há muito tempo, este recurso basicamente leva você para o primeiro resultado da pesquisa.

O Google define que o primeiro resultado é o mais “relevante” para o que você está procurando, porém este recurso gera um custo de oportunidade muito grande pois quem clica no “estou com sorte” normalmente não visualiza os anúncios presentes nos resultados da busca e não gera receita para o Google através dos anunciantes.

Para nós usuários, o recurso estou com sorte é interessante para casos onde você pesquisa exatamente um termo que você sabe que o primeiro resultado é exatamente o que você procura. Exemplo: pesquise “Terra” no google. Com certeza o primeiro resultado será o site www.terra.com.br, então o recurso “estou com sorte” é interessante nestes casos.

Mas você sabe como o primeiro da lista é definido?

O algoritmo de indexação atual do Google (Hummingbird – na data de escrita deste post) leva muito em consideração o conteúdo do site e a “autoridade” do domínio / site. Se você possui um site “relevante”, com muitas visitas e recebe links de diversos outros sites “relevantes”, significa que seu site tem uma ótima “pontuação” para estar entre os primeiros colocados.

Técnicas de SEO (otimização para mecanismos de buscas) são importantes, mas estão cada vez mais atreladas ao conteúdo gerado pelo site do que simplesmente “engenharia” de palavras-chave e programação.

O recurso “Estou com Sorte” nem sempre leva o usuário ao resultado pesquisado, mas é uma funcionalidade que o Google avalia constantemente remover por “diminuir” a visualização dos anúncios nos resultados de pesquisas.

imagem tipo de cliente de loja virtual

Como trazer clientes para sua loja virtual

Hoje ainda existe muito a crença de que “na internet tudo vende” e que, depois de colocar sua loja virtual no ar, é só esperar os clientes virem e encherem o seu bolso.

O problema é que nada é tão fácil assim.

Depois de montar sua loja virtual, ela é apenas mais um website numa rede com trilhões de websites falando sobre zilhões de coisas. A chance de alguém simplesmente encontrar o teu site é ínfima.

Ah não! Então é impossível prosperar com uma nova loja online?

A resposta é: claro que não é impossível. A questão aqui é trabalhar para trazer o fluxo de potenciais clientes para a sua loja.

Aqui vão 3 dicas para que você consiga não só os primeiros, mas também vários outros clientes:

1- Sua loja precisa ser otimizada para o Google

Isso não é novidade para ninguém: o Google é o principal buscador do Brasil (e do mundo) e se o seu potencial cliente resolver procurar o seu produto por lá, o melhor pra você é aparecer entre as primeiras posições.

Apesar das técnicas para escolha dos termos utilizados (principalmente em títulos e tags) serem essenciais, elas não trabalham sozinhas. O sistema em si também deve ser bem desenhado para que o Google leia essas informações da melhor maneira possível.

2- Comparadores de preço: eles vieram pra ficar

Pense na sua experiência como consumidor: quando você quer comprar um novo produto, o que você faz?

Se a sua resposta foi “Ah, se lascou! Eu busco no Google primeiro, não nos comparadores – lero-lero!”, você se esqueceu de que os comparadores de preços (como Buscapé, Shopping UOL etc.) têm um posicionamento fantástico no Google, então são onde as pessoas acabam caindo depois de buscar no Google.

Além disso, esses comparadores são espaços focados na experiência de compra, então uma pessoa que faz pesquisas por lá já está com uma tendência muito mais forte para se tornar de fato um cliente.

3- Esteja onde as pessoas estão

Esse é um dos pilares do Mix de Marketing (Praça) e o equivalente a ter um ponto comercial bem localizado – sua loja precisa estar acessível nos lugares em que seus potenciais clientes estão acostumados a navegar.

Uma rede online bastante eficiente para comprar e vender é o Mercado Livre – inclusive é lá que muitas empresas começam a vender online.

Porém, o lugar online mais importante em termos de números de usuários é o Facebook: sua loja precisa estar no Facebook. Todo mundo está lá e a presença da sua loja por lá pode aumentar MUITO seu potencial de venda.

Ter uma presença no Facebook com a FanPage (veja mais aqui) é extremamente importante, mas hoje já existem inúmeras tecnologias que te permitem ter a loja funcionando dentro do Facebook.

Post original: http://www.saiadolugar.com.br/marketing/como-trazer-clientes-para-sua-loja-virtual/

Abraço e sucesso!

Por que meu site não dá resultados?

Seu site não dá resultados? O que fazer?

Se o site de sua empresa ou seu site pessoal não dá resultado $$, saiba que algo está errado. Analise os relatórios de acessos e tenha um conhecimento sólido de seu público-alvo. Focar no público-alvo é um fator que leva ao sucesso na maioria dos casos.

Existem duas opções para seu site não dar resultado:

  • Você fez um Site Feio para Burro que realmente não converte as visitas; ou
  • Você fez um Site Bonito para Chuchu

Para o 1º caso não há o que fazer aqui: o melhor é voltar e ver como construir um bom site, sem churumelas. Veja como um bom projeto visual pode fazer a diferença aqui.

Aqui tratamos sobre o 2º caso. Imagina só fazer um baita investimento para atrair visitas e fazer o site ficar “Bonito para Chuchu”, mas não ter resultados.

Como numa loja física, em alguns momentos o seu cliente poderá ficar em dúvida em relação ao que é oferecido na página. Porém, na loja física existem vendedores lá prontos para ajudar – mas e no site? Nem sempre esse potencial cliente está disposto a pagar pra ver, ou seja, se ele não conseguir tirar suas dúvidas, pode ter certeza de que ele não fará a compra.

Com o objetivo de diminuir esse problema, explicamos abaixo 3 formas de você encorajar os visitantes do seu site a entrarem em contato você:

1- Email e formulário de contato

Sempre vale a pena repetir: é muito mais fácil apagar spam do que conseguir um novo cliente, então deixe o seu email visível sempre que possível.

Um modo semelhante, mas que facilita a vida do seu potencial cliente é o famoso formulário de contato (ou de pedido de orçamento). Através do site você torna possível o envio de uma mensagem e pronto – dúvida enviada.

  • Vantagem: é uma ferramenta bastante comum, então com usabilidade simples.
  • Desvantagem: o tempo de resposta é muito importante, já que esse potencial cliente tem o risco de ter ido buscar outra saída para a necessidade dele.

2- Chat-online

É um sistema cada vez mais utilizado e já tem sido bem aceito por internautas. Basicamente, quando tem alguém navegando no seu site, uma janela aparece e oferece ajuda. Essa ajuda é você ou sua equipe respondendo via chat as dúvidas dessa pessoa.

Simples assim.

  • Vantagem: seu cliente não sai da sua página e já tira dúvidas na hora, o que dá a chance dele efetuar a compra na hora.
  • Desvantagem: demanda que tenha uma pessoa respondendo e provendo informações.

Um sistema legal de chat-online é o WebChat da Locaweb, veja mais sobre ele aqui.

3- Telefone

O bom e velho telefone é ainda um dos mais eficientes. Você mostrar um telefone de contato pode ser a diferença para que uma venda aconteça. Isso acontece porque além do cliente poder tirar quaisquer dúvidas, o contato direto por voz com outra pessoa passa maior confiança e tranquilidade a quem está comprando.

  • Vantagem: maior possibilidade de conversão.
  • Desvantagem: custo maior com RH para atender as ligações.

Além de dar esse suporte na hora da compra, a vantagem de se usar essas ferramentas é ter o contato desse potencial cliente. Por mais que ele não faça a compra na hora, você passa a ter seus contatos e, futuramente, poderá tentar a venda novamente.

Fonte: SaiaDoLugar.com.br

retorno sobre investimento segmentado

Quanto mais objetivo e claro, mais caro!

Você que trabalha diretamente com publicidade online ou offline, e que normalmente escuta clientes reclamando do preço da mídia, saiba que a explicação mais lógica e que fará com que ele entenda é a seguinte:

“Quanto mais rápido e melhor você acertar seu público-alvo, maior será o custo… porém, o retorno é praticamente certo e muito  maior que o da mídia barata!”

Utilizo sempre o exemplo da segmentação em campanhas de links patrocinados que muitas vezes o cliente foca tanto no público-alvo que se assusta com o CPC (Custo por clique). Basta levar em consideração que o resultado da campanha não será analisado apenas pelo custo e sim pelo retorno sobre investimento.

 

wordpress_wallpaper

10 dicas de SEO para blogs e sites WordPress

Olá Amigos!

Sei que muitos amigos blogueiros e com sites baseados em WordPress gostariam de ter resultados ainda melhores com técnicas de SEO dentro desta plataforma robusta. Abaixo vão 10 dicas para você otimizar seu blog/site para chegar o quanto antes entre os primeiros resultados do google:

1 – Não divulgue as datas de suas postagens

Uma das técnicas que estou implementando no blog é a de retirar a data das postagens. Você deve estar se perguntando como a data  influencia nos resultados?! É muito simples, quando as pessoas acessam seu blog e observam que uma postagem é de 2 meses atrás ela não se interessa tanto quanto se fosse desta semana. Então na realidade você irá omitir um informação que muitas vezes não é tão relevante e passará desapercebido.

Eis a forma de fazer isso:

Acesse os arquivos seguintes arquivos dentro da pasta de seu tema em wp-content/themes/nome_do_seu_tema:

  • index.php (geralmente a homepage)
  • category.php (categorias)
  • archives.php (arquivos)
  • author.php (página de autor)
  • search.php (página de pesquisa)

Como remover a data dos posts?

2 – Escreva para pessoas e não para o Google

Talvez essa dica seja a mais importante. Muitos bloggers gostam de escrever postagens como se o Google fosse seu único e exclusivo público-alvo, porém esquece que quem compartilha, gera acessos e engajamento são os usuários que se tornando leitores fiéis trarão resultados efetivos em relação a posição no ranking do google!

3 – Utilize plugins que lhe ajudem na tarefa de otimizar conteúdo

Há diversos plugins que podem lhe ajudar na hora de otimizar suas postagens e seu blog num geral. Alguns deles são:

  • All In One SEO Pack

  • WordPress SEO by Yoast

  • Platinum SEO

Segue um comparativos de características de cada um:

 

1. Configuração e aparência

  All in one SEO Pack WordPress SEO by Yoast Platinum SEO
Alerta caso o WordPress esteja bloqueando buscas    
Precisa de um clique extra para ativar o plugin    
Possui sua própria seção de navegação No painel de configurações gerais
Anúncios e novidades do desenvolvedor
Propagandas de terceiros    
Oferece versão Pro (paga)    

2. Características do Plugin

  All in one SEO Pack WordPress SEO by Yoast Platinum SEO
Dicas úteis e seção de ajuda
Modelos configuráveis de tag TITLE
Modelos configuráveis de meta description
Gera meta descriptions automaticamente
Configura (ou desabilita) modelos de meta keywords
Bloqueia indexação de seções específicas do WordPress
Suporte à tag CANONICAL
Suporte a noodp  
Suporte a noydir  
Otimização de permalinks (URLs amigáveis para motores de busca)    
Redireciona para posts pais a URL de arquivos anexados    
Edição de redirecionamento 301 em permalinks    
Otimização da página 404   Breadcrumbs e tags TITLE Tags TITLE
Adiciona HTML personalizável à tag HEAD  
Usa nofollow em páginas de categorias e archives    
Breadcrumbs e otimização de links internos    
Controles para limitar código desnecessário na tag HEAD    
Oculta links e feeds RSS    
Otimização de feeds RSS    
Acesso à edição do arquivo .htaccess    

3. Migração / Importação / Exportação

  All in one SEO Pack WordPress SEO by Yoast Platinum SEO
Importa dados   Dos plugins All in one SEO, Headspace2, e de outros plugins do Yoast Do All in One SEO
Backup e exportação  

 

4 – Utilize o Google + como um aliado

Se você não se tocou ainda nos resultados em que aparece a “carinha” do autor do post no Google você está chupando bala. O Google,em uma de suas atualizações passou a integrar o Google + aos resultados das pesquisas. Na realidade, o Google utiliza o perfil do autor para dar maior credibilidade e dar uma “relevância” maior ao post. Um plugin que lhe ajuda a configurar seu perfil do Google + no wordpress é o Google Authorship

Segue um exemplo de resultado relacionado ao meu perfil do Google +:

Author - Google Resultado

5 – Mensurar, mensurar e mensurar

Sempre que fizer alterações no seu blog, verifique se as alterações ajudaram ou não o seu blog. Utilize o Google Analytics (padrão) e outras ferramentas de mensuração para verificar os resultados efetivos. Crie relatórios personalizados com dados importantes para você e não esqueça de analisar os seguintes dados: Tempo do usuário no site (lhe ajuda a saber se os usuários estão navegando e lendo todo o seu conteúdo), páginas por visita (ajuda a saber se seu site tem links relevantes e se os visitantes são induzidos a navegar pelo site), taxa de rejeição (é quando o usuário não navega pelo site, ele simplesmente acessa a página e cai fora sem clicar em nada)

6 – Redes sociais fazem parte

O que todo bom blogueiro gosta é de popularidade e alcançar o nível de referência na sua área. Neste caso, as redes sociais são importantíssimas para que seu blog tenha um nível alto de engajamento dos usuários e divulgação do seu conteúdo. Uma boa ferramenta para mensurar a popularidade de suas postagens é o social metrics.

7 – Não há regras ou receitas de sucesso

Não espere que seja passado a você uma receita de bolo para o sucesso. Cada público e cada região tem particularidades… e só resta a você descobrir qual é a melhor forma de abordar e divulgar seu conteúdo.

8 – Procure sempre dar o seu melhor

Não poste por postar… não faça nada apenas por dinheiro! Dê o seu melhor sempre, seja escrevendo, divulgando ou planejando almeje o melhor! O Google adora o “melhor”, ele de certa forma premia os melhores conteúdos, designs e códigos com suas primeiras posições. Não meça esforços ao tentar alcançar a perfeição.

9 – Planeje suas postagens com antecedência

Um bom planejamento ajuda e muito nos seus resultados. Se você estudar, pesquisar e ter um planejamento de suas postagens terá uma ordem cronológica, contexto e melhor finalização em suas postagens. Faça uma agenda com suas postagens, separe material de pesquisa, adquira fontes confiáveis para citação.

10 – Preocupe-se com a limpeza do código

O código-fonte de seu blog é o que o Google realmente analisa. Então não adianta seu blog ser visualmente atraente e deixar a desejar no código-fonte, deve haver uma equivalência quanto a isso. Há um plugin que pode lhe auxiliar a fazer isso… o nome dele é: HTML-Purified

Espero que com as dicas acima consiga tornar o seu blog um sucesso! Não esqueça de curtir esta postagem (abaixo) e de seguir no twitter @masterstudioweb

Analytics_Events

Configurando Track Event em seu site

 

Pró _trackEvent

O _trackEvent é um dos recursos mais interessantes quando seu cliente precisa realmente ter a taxa de conversão de determinado item. Por exemplo, o cliente quer saber quantas pessoas clicaram no botão “Finalizar pedido” ou “Comprar”. Com o _trackPageview você terá uma métrica também das páginas de destino destes botões, porém se for necessário saber exatamente o número de cliques, com certeza está a procura do _trackEvent.

Como faço para configurar o _trackEvent nos meus links / botões?

A forma de “instalar” o _trackEvent é bastante simples, levando em consideração que utiliza-se pouco códificação para isso. Segue abaixo um exemplo de uso:

1
1.<a href="#" onClick="_gaq.push(['_trackEvent','categoria','ação','Label (opcional)']);">texto</a>

(estrutura do _trackEvent)

Um bom exemplo de como utilizar o _trackEvent de forma correta é quando o seu cliente acha que o site deve ter um player de música. Para convencer o seu cliente a retirar, basta “instalar” um _trackEvent no player monitorando quantas pessoas pausaram, diminuíram o volume, passaram ou voltaram a música

trackEvent - Google Analytics 

Com esses dados na mão, você é capaz de convencer aquele cliente que insiste em colocar um player de música tocando no site. Ideal, não?

Contra _trackEvent

Por outro lado, quando utilizamos o _trackEvent, acabamos abrindo mão de alguns dados que podem ser útil, pois com esse método, não podemos, por exemplo, fazer um funil ou utilizá-lo como meta no Google Analytics. O relatório personalizado também fica comprometido, pois são poucos os segmentos que permitem que você utilize o _trackEvent.

Conclusão

O _trackEvent pode te ajudar e muito na hora de saber se algum elemento do site pode ser “limado” ou não com base nos cliques que ele recebe. Como já citei acima, você não precisa escolher entre um método ou outro, você pode perfeitamente utilizá-los em conjunto, melhorando ainda mais os seus relatórios do Google Analytics.

Se tiver alguma dificuldade ou sugestão, deixe um comentário abaixo e se gostou do post, não esqueça de curtir!

Social-Media-marketing

Social Media – Você utiliza os canais certos para atingir o público certo?

Recebemos diversos emails de profissionais perguntando sobre Social Media. Decidimos então criar um post falando sobre o assunto e os maiores erros que agências e profissionais cometem, lembrando que não há uma técnica infalível para impactar seu público-alvo. Sempre frisamos a importância de um Briefing bem feito para não complicar a equipe e não atrasar o projeto por detalhes não revisados antes.

Começamos então com uma explicação breve sobre o que é Social Media e seus conceitos básico.

O que são Mídias Sociais?

Empresas nas mídias sociais

Mídias Sociais são meios de compartilhamento de informação sem o comando de uma linha editorial que defenda interesses x. Em resumo, são sites/blogs/vlogs/outros onde as pessoas compartilham conhecimento sem que tenha uma grande empresa no comando. As mídias sociais são sucesso, pois com base nas informações e conhecimentos abordados outras pessoas podem gerar conteúdo, opiniões e conclusões.

Podemos dizer que as mídias sociais em alta hoje são: blogs, facebook, twitter e youtube.

Há diversas agências utilizando vídeos no youtube por exemplo para chegarem até o público de uma marca. Há diversas maneiras de se abordar os usuários das mídias sociais, mas poucas ações são realmente efetivas e trazem o resultado esperado.

Como minha empresa deve se comportar nas mídias sociais?

O maior erro das empresas é querer que todos os usuários das redes sociais sejam seus amigos e curtam seus conteúdos. Não vamos nos enganar, o público alvo de uma empresa que vende calçados normalmente são mulheres em idade ativa (que possuem dinheiro para comprar seus produtos). De nada adianta esta empresa invista tempo e dinheiro tentando alcançar perfis de outras empresas e adolescentes do sexo masculino para fazer parte de sua rede.

Como é o “seu” usuário?

Imagem - Usuário Facebook

Muitas empresas fazem diversas pesquisas para saber quem eles querem alcançar, porém não medem posteriormente quem eles já estão impactando. É de extrema importância analisar quem está fazendo parte de sua rede para que se possa definir até mesmo definir um novo perfil de usuário padrão. Seguindo o princípio de que cada usuário tem características específicas, podemos dizer que segmentar postagens para grupos de usuários é bastante interessante para gerar um conteúdo de grande relevância e possuir um engajamento maior.

Erros comuns em Mídias Sociais

Imagem - Facebook User Login

É possível listar 5 erros comuns em mídias sociais:

1 – Esperar que a campanha venda seu produtos sozinha

Não é difícil ver empresas que lançam suas campanhas avulsas pelas redes sociais sem ter uma base sólida para poder mensurar e gerenciar os usuários que realmente estão acompanhando a campanha. Já vi empresas lançando campanha em redes sociais e a pessoa entrava no site da empresa e em nenhum lugar falava do produto ou da campanha em si. Lembre-se de criar uma estrutura que atenda seus objetivos (que devem ser calculados e almejados com antecedência), para não deixar seus usuários perdidos ou em dúvida.

2 – Achar que pode fazer tudo sozinho

Diversas empresas fazem orçamentos com agências para realizarem os serviços relacionados a social media, porém a maioria recebe um prospecto e planejamento inicial e acha que com base nessa análise rápida podem criar suas campanhas sozinhos. Não adianta procurar a técnica sem ter o processo de criação, análise de mercado e as ferramentas necessárias.

3 – Campanhas que não condizem com seu público ou preguiça na hora de criar

Com base em campanhas de sucesso criadas por empresas que tem um público completamente diferente do seu, há vários exemplos erros que podemos citar: 

No Facebook por exemplo, já vi empresa de desodorante postando o seguinte: “Hoje é sexta-feira e se você gosta deste dia da semana, compartilha”. Podemos resumir esta postagem ao nível de preguiça e maria-vai-com-as-outras desta empresa, pois seu produto não tem nenhuma característica relacionada a isto. 

Já um exemplo muito interessante é o de uma empresa de refrigerantes que perguntou numa sexta-feira a noite o seguinte: “Qual pizza combina mais com [marca do refrigerante]? “, tiveram mais de 1 milhão de respostas e mais de 20 mil compartilhamentos. Chegamos a conclusão que o produto + público + relevância levam ao sucesso.

4 – Criar campanhas unilaterais (com apenas fluxo de informação)

As mídias sociais são interessantes por serem bilaterais, onde há pessoas para você impactar e de contra-partida receber uma resposta ou interação com sua campanha. Empresas e agências gostam muito de postar informações onde as pessoas irão passar os olhos, algumas irão ler, porém não há uma ação esperada deste usuário. É muito importante que seja definido qual é a meta de conversão das postagens. Por exemplo (muito engraçado, mas acontece), se você compartilhar: “Hoje é segunda-feira, se você gosta curte, senão compartilha”,  qual ação terá uma taxa maior de conversão? Provavelmente as pessoas irão curtir muito, chegamos a conclusão de que a ação “curtir” é a mais indicada para esta postagem. Lembre-se de criar uma interação com o usuário de forma que ele ache o conteúdo relevante o suficiente para comentar, compartilhar, curtir, retwittar etc.

5 – Não medir o ROI

Outro grande problema ou falha considerada bem grave é não medir o retorno sobre o investimento feito nas mídias sociais. Se você ou sua empresa pretendem investir x valor, porém não sabem o que trará de retorno pode fazer com que a empresa não tenha sucesso em suas campanhas. Uma boa forma de medir o ROI e ter uma boa idéia do retorno da campanha é contratando uma empresa que preste este serviço.

Não esqueça de curtir nossa página no Facebook e seguir nosso perfil no twitter @masterstudioweb

logo

Com lançamento confirmado… Vihamar Refrigeração de site novo!

 

Com lançamento oficial para semana que vem, mais exatamente segunda-feira (11/06/2012) a Vihamar Refrigeração está dando os últimos retoques em suas páginas para deixar o novo site o mais perfeito possível para seus clientes e fornecedores. Um projeto bastante focado em Link Building e SEO, possui um escopo nacional por conta de clientes presentes em todos os estados brasileiros. 

A Vihamar, no comando de seu proprietário Everaldo Martins possui um estoque repleto de peças, componentes e equipamentos para compressores de refrigeração industrial. Se sua empresa possui compressores Madef, Sabroe, FNC ou Mycom, encontrará no novo site os equipamentos que procura.

Para acessar o novo site, acesse e confira quanto tempo falta para o lançamento em: http://www.vihamar.com.br.

Se quiser entrar em contato direto, envie email para vihamar@vihamar.com.br ou pelo skype vihamar.

Não esqueça de compartilhar esta postagem no Facebook e seguir no Twitter.

ga-setup-goal-br

Conversão – Configurando metas e funis no Analytics

Olá amigos!

Antes mesmo de falarmos sobre Analytics e metas, devemos saber o porque de tudo isso. Um site institucional, hotsite, landing-page, e-commerce, etc cada um deles possui características específicas, público-alvo específico e objetivos específicos. Fazendo uma análise rápida de uma loja virtual podemos chegar a conclusão que o objetivo do site é fazer com que o usuário compre algum produto ou serviço. Enfim chegamos na mensuração e definição de metas para o site.

Por onde começar?

Então, já fez uma breve análise do objetivo principal de seu site? Agora é a hora de começarmos a definir objetivos específicos. Os objetivos normalmente são passados pelo cliente e devem ser validados pela equipe de SEO para saber se os objetivos realmente são mensuráveis.Vamos usar como exemplo um site institucional.  

Os objetivos (definidos pelo cliente) são:

  • Captar clientes através do formulário da página “contato”
  • Fazer com que os usuários conheçam os serviços da empresa
  • Ficar na primeira página do google para o termo LINHA DE PRODUÇÃO e PINTURA INDUSTRIAL
Com objetivos definidos, bora trabalhar no analytics, mas antes…

O que são metas?

As metas do Analytics são uma maneira de representar as metas do site estipulando o melhor caminho dos visitantes. Para nosso site institucional, por exemplo, o ideal é que os visitantes naveguem pelo site, vejam os serviços ou produtos e posteriormente deixem seus contatos pelo formulário de contato.

Para ficar bem claro, as metas são formas de mensurar se o usuário percorreu por esse “caminho ideal”.

Por que devo usar metas em meus relatórios?

As metas ajudam e muito a ter uma base para mostrar para seu cliente se o site dele tem ou não atingido os objetivos definidos por ele. Muitos me perguntam se as metas já são padrão para o projeto de SEO, e respondo que talvez. Seu cliente irá adorar saber o que há de errado ou o que há de certo em seu site, porém caso não haja necessidade de ter essa mensuração as metas podem ser deixadas de lado.

Como configurar?

Mãos a obra!  Mas antes são necessários alguns requisitos, que são:

  • O nome da meta: especifique um nome que você reconhecerá quando visualizar as em cada conjunto de seus relatórios. Exemplos de nomes que podem ser usados são “inscrição de e-mail” ou “download do artigo ABC.”.
  • O funil definido: você pode especificar até dez páginas em um funil definido. Embora os funis sejam opcionais, definir um funil pode ajudar você a mapear em que ponto do processo os visitantes desistem de concluir uma meta.
  • O valor da meta: o Google Analytics usa um valor de meta designado para calcular o ROI (return on investment ou retorno do investimento), a Pontuação média e outras métricas. Uma boa maneira de testar a meta é avaliar a frequência com que os visitantes que atingem a meta se tornam clientes. Se, por exemplo, a equipe de vendas conseguir fechar vendas com 10% das pessoas que solicitam contato e o valor médio de transação for R$ 1.000, você poderá atribuir R$ 100 (ou seja, 10% de R$ 1.000) à meta “Entre em contato”. Por outro lado, se apenas 1% dos cadastros em listas de e-mails resultar em vendas, você poderá atribuir apenas R$ 10 à meta “inscrição de e-mail”.

Requisitos prontos, agora é a hora de configurar e ser feliz!

Depois de decidir quais serão suas metas, comece a configurá-las seguindo estas instruções:

  1. Selecione a conta que contém o perfil no qual você criará as metas na página Visão geral.
  2. Localize o perfil no qual você criará as metas e clique em “Editar” na coluna “Ações”.
  3. Na seção “Metas”, selecione um dos quatro conjuntos no qual você criará a meta (cada conjunto contém até cinco metas) e clique em “Adicionar meta”. Você poderá criar até 20 metas se usar os quatro conjuntos.
  4. Insira um nome para a meta que você possa reconhecer rapidamente ao visualizar os relatórios.
  5. Defina a meta como “Ativada” ou “Desativada”. Escolha “Ativada” se quiser que o Google Analytics acompanhe essa meta de conversão. Se definir como “Desativada”, a meta ficará inativa, mas não será excluída.
  6. Selecione a posição da meta. O menu suspenso permite selecionar a posição de uma meta em um conjunto, de modo que você pode controlar a ordem em que ela aparece na guia “Metas” em seus relatórios, ou permite mover uma meta de um conjunto para outro.
  7. Escolha qual dos três tipos de metas você deseja. Pode ser Destino do URL, Tempo no site ou Páginas/visita. 
  8. Depois que você selecionar o botão de opção para o tipo de meta, o campo “Detalhes da meta” será exibido.

Definição de funis

Depois de inserir as informações de sua meta, defina um funil caso tenha selecionado o tipo de meta “Destino do URL”:

  1. Clique em “Sim, criar um funil para esta meta”.
  2. Insira o URL da primeira página do funil de conversão. Ela deve ser uma página comum a todos os usuários que estão sendo direcionados à sua meta. Por exemplo, se você quiser acompanhar o fluxo de usuários pelas páginas de fechamento de pedidos, não inclua a página de produto como uma etapa do funil.
    Observação: os URLs do funil devem ser tratados como expressões regulares. Por isso, você pode incluir caracteres curinga e usar outros métodos de expressões regulares se quiser fazer a correspondência com mais de um URL.
  3. Insira um nome para essa etapa.
  4. Se ela for uma “Etapa obrigatória” no processo de conversão, marque a caixa de seleção à direita da etapa. Se essa caixa de seleção for marcada, os usuários que acessarem a página da meta sem passar por essa página do funil não serão contados como conversões.
  5. Continue inserindo etapas de meta até que o funil esteja completamente definido. Você pode inserir no máximo 10 e no mínimo uma etapa de funil.
  6. Clique em Salvar alterações para criar essa meta e o funil ou em Cancelar para sair sem salvar.

 

*Passos pegos do blog de suporte do google analytics.

Espero ter ajudado na compreensão das metas e na configuração da ferramenta de Analytics. Não esqueça de seguir no twitter @masterstudioweb e curtir nossa página no facebook

link-building

Link Building – O que é? Como posso fazer?

Quando falamos de SEO no Brasil, logo pensamos em Keyword Research, Técnicas de Black Hat e derivados. Porém uma técnica bastante utilizada e que é de extrema relevância para os buscadores é a de Link Building.

O que é link building?

  • É o processo de estruturamento do total de links externos para um determinado site.
  • É o nome dado à prática de reunir o máximo de links para seu site. Ele pode ser natural (ou seja, links de outros sites e webmasters que gostaram do seu conteúdo) e artificial (conseguidos pela troca de links ou cadastro em diretórios e social bookmarkings).

 

Como “fazer” Link Building?

Há várias maneiras de se implementar melhorias em sites com link building, porém é necessário analisar todo o histórico do site e uma dezena de variáveis externas. Também deve se tomar cuidado com o exagero de links que sites andam carregando por aí, por exemplo: Se hoje um site tem 10 links apontando para ele e da noite para o dia aparecerem 1 milhão de links, com certeza os buscadores acharão estranho este aumento repentino de links e vão tomar alguma providência para verificar se este site realmente tem conteúdo relevante o suficiente para gerar este 1 milhão de links.

Algumas formas abaixo de “fazer” link building de forma natural:

  • Promova o conteúdo nas redes sociais, como Twitter, Facebook, Linkedin, Stumbleupon, Google+ e/ou Reddit. Nelas, você pode usar seu perfil corporativo ou pessoal para iniciar o compartilhamento
  • Dissemine o material em suas colaborações com outros meios de comunicação, como guest posts, press releases, entrevistas, matérias, etc. Você pode ainda linkar para ele toda vez que participar em discussões relacionadas em fóruns, sites de perguntas e respostas e comentários em blogs.
  • Ofereça a pauta para sites de notícias, se o conteúdo tiver esse perfil. Providencie todas as fontes necessárias (links) para informações e mantenha a pauta concisa.
  • Entrevistas são importantíssimas, pois quem lerá estará realmente interessado no conteúdo e clicará no link interno.
  • Promoções: Levando em consideração o público que irá acessar a promoção é possível imaginar que outros sites irão linkar sua promoção para “ajudar o usuário” ou “mostrar o que o usuário procura”
  • Mídias Sociais: Com o aumento considerável da importância das redes sociais na vida das pessoas, cada vez mais temos conteúdo direcionado para este público. Então, compartilhe, libere links para que as pessoas possam curtir, crie uma página de postagens que com certeza seu público irá lhe dar retorno
  • Comentários em blogs: É possível utilizar comentários em blogs com o intuito de realizar a conversão de link building, porém segmente seu comentário. De nada serve um comentário em um site de gastronomia com link para um site de uma agência ou algo do gênero. Realize esta ação focada no nicho.

 

Cuidados na hora de sair criando link e postando coisas por aí

Não pense que seus links e postagens deverão focar os buscadores, pois quem realmente gera tráfego e compartilhamentos são os usuários. Não fique pensando em rankear, antes de pensar em criar conteúdo relevante e que seja de fácil compreensão.

Lembrando, as técnicas servem apenas para dar maior visibilidade aos seus conteúdos. Não adianta utilizar apenas técnicas de SEO para rankear seu site, é necessário construir um conteúdo relevante, importante e de qualidade.