Category Archives: Utilidades

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5 excelentes aplicativos de gerenciamento de tempo

Se você é do tipo que “nunca tem tempo”, este artigo pode te ajudar a aumentar a produtividade e ter “tempo sobrando” :)

1. Toggl

A ferramenta ajuda a controlar o tempo e ver como ele passa, calculando a duração de cada tarefa. A vantagem do aplicativo é que ele guarda os dados em uma conta do Google. É possível ver, em gráficos, quanto do dia foi dedicado a que projeto. Também permite criar grupos e entender acompanhar como os outros colegas cumprem (ou não) os prazos. Além da versão para usar em um navegador, o Toggl pode ser instalado na barra de sistemas do computador e também foi lançado em versões para Android e iPhone.

2. Remember the Milk

A ideia é simples: não se esquecer de comprar o leite. E de nenhuma outra tarefa também. A ferramenta permite criar uma lista de tarefas diárias com interface simples, combinada com o calendário do smartphone. Pode ser sincronizado com a agenda do Google, aparecer como aplicativo do Gmail e tem versões para Blackberry, Android, iPhone e iPad.

3. Astrid Tasks

É um dos aplicativos preferidos para organizar a lista de tarefas, com 2,7 milhões de usuários. Apesar de disponível em inglês, é de fácil entendimento. A ferramenta traz lembretes divertidos e listas que podem ser sincronizadas com o computador, através do Google Tasks ou Astrid.com. O cadastro pode ser feito a partir de uma conta de Facebook ou Google. Está disponível em versões para Android e iPhone.

4. Evernote

O Evernote também é bastante célebre na gestão de tempo. Ele funciona, basicamente, para reunir tudo o que se quer tomar nota durante o dia, quase como se organizasse os diversos papéis de lembrete que ficam espalhados pela mesa. Permite criar listas específicas por assuntos, o que facilita na hora de voltar a ideias antigas. Pode ser instalado no desktop e em smartphones, com sincronização total.

5. Free Time

Não adianta pensar apenas no tempo gasto, é importante organizar o tempo livre. Esse aplicativo é para isso. O Free Time analisa a agenda do celular e separa o tempo em que não há compromisso nenhum. Com ele, acabam as desculpas de “estou sempre ocupado”. A ferramenta ainda permite compartilhar com os amigos em que momento pode ser marcado aquele o happy hour, por exemplo. Está disponível para produtos da Apple.

Diagrama do funcionamento de um sistema ERP

O que é um Sistema ERP? Devo implantar em minha empresa?

1. O que é Sistema ERP (Enterprise Resource Planning)?

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

O objetivo de um Sistema ERP é centralizar as informações e gerir o seu fluxo durante todo processo de desenvolvimento da atividade empresarial, integrando os setores da organização e possibilitando aos gestores acesso ágil, eficiente e confiável às informações gerenciais, dando suporte à tomada de decisões em todos os níveis do negócio.

Construídos sobre um banco de dados centralizado, os sistemas ERP consolidam todas as operações de uma empresa em um único sistema, que pode residir em um servidor centralizado, ser distribuído em unidades de hardware autônomas em rede local ou ser hospedado remotamente via web.

Os sistemas ERP abrangem cada passo da operação, desde as compras, provisões, planejamento, manufatura, formação de preços, contas a pagar e receber, processos contábeis, controle de estoque, administração de contratos, venda de serviços e todos os níveis de comércio varejista ou atacado, passando pela gestão eficaz dos relacionamentos com clientes e fornecedores, pós-venda, análise de resultados e muitos outros fatores personalizados, altamente adaptáveis a qualquer empresa, em qualquer ramo de negócios.

O uso de um Sistema ERP em uma empresa dá a seus gestores o controle total sobre a empresa, auxiliando na tomada de decisões e fornecendo todas as informações vitais de maneira acessível e clara.

2. Quais são os objetivos da implantação de um Sistema ERP?

Os Principais objetivos da implantação de um sistema ERP são:

  • Automatização de tarefas manuais;
  • Otimização de processos;
  • Controle sobre as operações da empresa;
  • Disponibilidade imediata de informações seguras;
  • Redução de custos;
  • Redução dos riscos da atividade empresarial;
  • Obtenção de informações e resultados que auxiliem na tomada de decisões e permitam total visibilidade do desempenho das áreas da empresa.

3. Quais os Benefícios da implantação de um Sistema ERP em uma empresa?

  • Aumento na eficiência do uso da capacidade instalada;
  • Blindagem contra fraudes e furtos;
  • Redução de erros;
  • Eliminação de retrabalho;
  • Melhor proximidade e conhecimento sobre os clientes (CRM);
  • Informação precisa e segura, sincronizada em tempo real com as operações da empresa;
  • Padronização dos processos em todas as áreas, com integração e uniformidade;
  • Redução de despesas administrativas, gerais e de vendas;
  • Queda nos custos de estoque;
  • Redução em custos de materiais;
  • Redução do ciclo de venda;
  • Reduz o lead time de produção e entrega;
  • Diminuição de impressão em papel;
  • Eliminação de erros de sincronização entre diferentes sistemas;
  • Controle sobre processos de negócios que envolvem diferentes departamentos;
  • Segurança da informação através da definição de permissões de acesso e log de alterações;
  • Facilita o aprendizado do negócio e a construção de visões comuns;
  • Favorece o desenvolvimento, a implantação e utilização de SGQs (Sistemas de Gestão da Qualidade) e adequação a normas como ISO e outras.

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4. Como deve ser a preparação para a implantação de um ERP?

As empresas fornecedoras de sistemas ERP projetam suas soluções para atender às variantes mais comuns dos processos empresariais, baseados nas boas práticas de negócio. Contudo, nem sempre a totalidade das atividades da empresa é contemplada pelo ERP.

Por isso, as empresas que desejam implementar um sistema ERP precisam adaptar seus processos para que o pacote ERP possa contemplar os processos existentes, de forma que esses mesmos processos sejam aprimorados e tornados mais eficientes pelo uso do Sistema Integrado. Negligenciar o mapeamento dos processos atuais antes de iniciar a implantação do sistema é uma das principais razões para o fracasso de projetos ERP.

Portanto, é crucial que as organizações executem um processo de profunda análise do negócio antes de escolher um fornecedor de ERP e do inicio da implantação do sistema. Esta análise deve delinear todos os processos atuais, possibilitando a seleção de um sistema ERP, cujos módulos padrão estejam mais bem alinhados com a realidade da empresa.

5. Como é a implantação do Sistema ERP?

As empresas de ERP atendem a um vasto leque de aplicações e processos empresarias; para tanto, produzem sistemas ERP complexos, que geralmente requerem mudanças significativas nos processos da empresa que implanta um software desta envergadura. A implantação de um sistema ERP é realizada normalmente pela própria empresa fornecedora do sistema.

Existem 3 tipos de serviços que podem ser empregadas na implantação: Consultoria, Customização e Treinamento.

O tempo necessário para implementar um sistema ERP depende do tamanho do negócio, o número de módulos, a extensão da customização e da disposição de todos os setores da empresa durante a implantação.

Os sistemas ERP são modulares, de modo que nem todos precisam ser implementados de uma só vez. Ele pode ser dividido em várias fases conforme a demanda da empresa no momento.

Devido à complexidade do processo de implantação de um sistema ERP, as empresas costumam procurar a ajuda de um fornecedor de ERP ou de empresas de consultoria terceirizadas.

6. Como é a configuração do Sistema ERP?

Configurar um sistema ERP é fundamentalmente uma questão de equilibrar a maneira que sua empresa requer que o ERP funcione e o alcance que a flexibilidade do sistema permite. O primeiro passo é decidir quais módulos serão utilizados; em seguida, adaptar o sistema para atingir o melhor ajuste possível aos processos da empresa, ou desenhar processos eficientes dentro das melhores práticas de negócio, muitas vezes conforme já contemplado pelo Sistema ERP escolhido.

Alguns módulos básicos são necessários a todas as empresas que implantam sistemas corporativos; outros, porém, não são necessários para algumas empresas e, portanto, não são habilitados.

Algumas empresas não adotam um determinado módulo, por já utilizarem sistema próprio para aquela função, que considerem suficiente para seus propósitos. De um modo geral, um maior número de módulos a serem implantados traz maiores benefícios pela integração das informações, mas também aumenta o investimento e a profundidade das mudanças envolvidas.

Então, quando as opções de configuração que o sistema ERP permite não são suficientes para atender ao que a empresa requer, é necessário contratar desenvolvimento específico, o que aumenta o tempo e o investimento requerido pela implantação. Por isso é importante buscar uma solução ERP que seja mais ampla, aderente e personalizável o possível. Pela consideração desses fatores, é naturalmente desejável e perfeitamente possível que se obtenha, numa implantação feita com qualidade e critério, o sistema ERP pode atingir o sincronismo perfeito com as atividades da empresa, como se houvesse sido feito sob medida, ou até mesmo superando um sistema desenvolvido especificamente por agregar recursos e possibilidades ainda não explorados pela empresa até então.

7. Devo contratar consultoria em ERP?

Muitas empresas não têm os recursos e habilidades internas suficientes para implantar um projeto ERP. Por isso muitas empresas fornecedoras de ERP também oferecem serviços de consultoria em implantação.

Normalmente, uma equipe de consultoria responsável pela implantação do sistema irá atuar em:

  • Planejamento;
  • Treinamento;
  • Implantação;
  • Testes;
  • Entrega.

Após a implantação, existem ainda consultorias sobre criação de processos e relatórios de conformidade, formação de produtos, workflow e consultoria especializada para melhorar a forma como o ERP é utilizado na empresa, visando otimizar o uso sistema e ajudar no processo de decisão, a partir dos dados extraídos pelo ERP.

8. Quais são os custos da implantação de um Sistema ERP?

Os custos da implantação de um sistema ERP variam conforme o número de licenças, de módulos que serão implantados, a complexidade das operações da empresa, a quantidade de horas de desenvolvimento específico e a quantidade de horas de treinamento dos usuários no sistema.

Como são muitos serviços envolvidos na implantação de um ERP, uma boa empresa de sistema ERP tem bastante flexibilidade em negociar os valores cobrados e várias modelos possíveis de implantação, portanto, negocie!

9. Como é a atualização do Sistema ERP?

Um bom sistema ERP deve ser evolutivo, para que, além de suprir as necessidades presentes de uma empresa, estejam atualizados para atender às novas demandas e ao crescimento do negócio.

O sistema ERP também deve manter-se atualizado com as inovações tecnológicas em hardware, sistemas operacionais, softwares complementares, novas práticas estabelecidas de negócios e exigências legais.

Portanto, um sistema ERP deve atender às necessidades que surjam da evolução natural da atividade empresarial e também introduzir a possibilidade de utilizar recursos até então inexistentes, agregando o valor ao negócio.

10. Qual a relação entre um Sistema ERP e a segurança das informações?

O sistema ERP possui recursos de segurança que, além de evitar falhas humanas, protegem a empresa contra crimes de sabotagem, espionagem, invasões de hacker e utilização indevida de informações privilegiadas.

Os principais mecanismos de controle consistem em criptografia, senhas individuais, limitação de acesso dos usuários e geração de histórico de uso, o que possibilita identificar os responsáveis por eventual má utilização do sistema.

Os sistemas ERP também disponibilizam ferramentas para realização de cópias de segurança e gerenciamento de Bancos de Dados, garantindo a guarda e a manutenção das informações que formam a “vida” da empresa em todos os aspectos.

Além da segurança interna também existem nos sistemas ERPs mecanismos para identificação de cheques fraudados, identificação de pessoas ou empresas com crédito negativado, conferência eletrônica de informações, conexões seguras com serviços online de bancos e órgãos governamentais, garantindo também a confiabilidade das informações trocadas por esse meio; backup interno periódicos pré-programados para resguardar as informações relativas as operações da empresa.

Post original: http://www.onclick.com.br/erp.php

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10 recursos úteis em javascript!

jQueryhttp://jquery.com/

Uma biblioteca javascript que facilita a manipulação do DOM, manipulação de eventos e requisições, usando menos código.

Demonstrações no site!

Chance.jshttp://chancejs.com/

Um gerador de números, strings, e caracteres “aleatórios”. Fácil e simples, é um bom recurso para gerar valores para testes ou valores aleatórios que não necessariamente precisam ser “true random” (http://chancejs.com/#true-random).

Demonstrações no site!

jQuery UIhttps://jqueryui.com/

Uma biblioteca para criar elementos de interface gráfica com jQuery. Alguns exemplos: Datepickers, Autocomplete, caixas de diálogo, tooltips, drag and drop, etc. Podem ser modificados com CSS.

Demonstrações: http://jqueryui.com/demos/

Flothttp://www.flotcharts.org/

Flot é uma biblioteca para gerar gráficos. Pode gerar diversos tipos de gráficos como pizza, barras, linhas, etc. É customizável através de opções de configuração e plugins.

Demonstrações: http://www.flotcharts.org/flot/examples/

AngularJShttps://angularjs.org/

Um framework javascript para construir páginas com HTML dinâmico, extendendo o vocabulário HTML. Possui muitos recursos, parecendo complexo inicialmente, porém de fácil aprendizado.

O site do AngularJS possui vídeos e tutoriais para aprender como utilizá-lo. Demonstrações no site!

SyntaxHighlighterhttp://alexgorbatchev.com/SyntaxHighlighter/

Uma biblioteca para estilizar código na página. Uso simples e possui diferentes formatações para cada linguagem.

Demonstrações: http://alexgorbatchev.com/SyntaxHighlighter/manual/demo

FlexSliderhttp://flexslider.woothemes.com/

Um completo, fácilmente customizável slider desenvolvido em javascript. Fácil configuração e manipulação do slider. É possível alterar o visual via CSS com fácilidade.

Demonstrações no site!

Parallaxhttps://github.com/wagerfield/parallax

Uma engine para criar o efeito parallax com javascript. Possuí diversas formar de configuração e implementação.

Demonstrações e documentação no link do github.

Gmapshttp://hpneo.github.io/gmaps/

Uma biblioteca para facilitar o uso da API do Google Maps. Usa orientação a objetos e possui uma grande documentação.

Demonstrações: http://hpneo.github.io/gmaps/examples.html

FancyBoxhttp://fancyapps.com/fancybox/

Uma ferramenta para disponibilizar conteúdo através da técnica conhecida como “lightbox”. Fácil uso e muitas opções de configuração e customização. O FancyBox é pago para uso comercial.

Demostrações: http://fancyapps.com/fancybox/#examples

Google PLus para empresas

Google Plus para empresas – Adição de Urls Amigáveis

O Google Places está cada vez mais integrado com o Google Plus.

Recentemente recebemos emails de notificação do Google para que as empresas cadastradas no Google Places “reservem” sua url amigável no Google Plus, sendo que as empresas neste mesmo processo são “obrigadas” a criar uma página no Google Plus (Como são espertinhos)

Segue abaixo um exemplo do que recebemos via email

Imagem email do Google Plus
Imagem do email recebido para utilização de urls amigáveis

Interessante é que realmente o Google demorou a implementar as urls amigáveis para páginas e eles praticamente vivem de boa indexação… agora é esperar para ver os resultados com as novas urls.

CakePHP-Framework

Dicas para começar a desenvolver um Plugin para CakePHP

Estamos desenvolvendo um painel de administração novo e adotamos o Cake como framework para o desenvolvimento. Para facilitar o desenvolvimento, algumas funcionalidades serão desenvolvidas como plugins. Eu nunca havia trabalhado com o Cake antes, então ao iniciar o desenvolvimento do painel e criar plugins foi um pouco complicado, mas ao analisar a estrutura do plugin e do Cake, percebe-se que eles são bem simples de entender.

Então, escrevo este post para compartilhar um pouco da experiência que estou tendo e ajudar o pessoal que quer começar a desenvolver plugins!

Vale lembrar que este post considera que você já tem algum conhecimento com o framework, pelo menos o tutorial de criação de blog disponibilizado no site do CakePHP (http://book.cakephp.org/2.0/en/tutorials-and-examples/blog/blog.html).

Caso não tenha feito, recomendo que faça antes de prosseguir e preste bastante atenção na estrutura do Cake e como ele funciona.

Obs.: Este post não é um tutorial, são dicas de utilização ;)

Não irei abordar as configurações iniciais do Cake, caso ainda não tenha o framework instalado, baixe-o aqui e extraia os arquivos no diretório do seu servidor web para acessá-lo pelo navegador (htdocs, www, etc). Feito isso, acesse-o pelo seu navegador e siga as instruções iniciais.

 A primeira dica é a criação da estrutura de um plugin.

A estrutura de diretórios de um plugin é quase a mesma do diretório ‘app’. Para não precisar criar cada diretório manualmente (Model, Controller, View, Config, Lib, etc), podemos usar o Console.

Abra o seu terminal (DOS no Windows) e vá até o diretório app/, no meu caso:

cd C:\xampp\htdocs\cake\app\

Depois digite:

Console\cake bake plugin NOME_DO_SEU_PLUGIN

É importante que você esteja no diretório app no console, senão os comandos podem não funcionar corretamente.

Ele vai pedir para você escolher o caminho onde criar a estrutura de diretórios para seu novo plugin. Existem dois lugares onde você pode colocar o seu plugin:

  1. No diretório ‘Plugin‘, dentro de app
  2. No diretório ‘plugins‘ no mesmo diretório onde está app

A diferença dos dois diretórios é que alguns desenvolvedores usam a mesma instalação do cake (core) para várias aplicações (app1, app2, app3, por exemplo), assim eles colocam os plugins que são usados por todas as aplicações no diretório ‘plugins’, ao invés de ter uma cópia do plugin para cada aplicação em app1/Plugin, app2/Plugin, etc.

Depois de escolher onde será criado o seu plugin, ele mostrará o nome do seu plugin e o diretório onde será salvo e perdirá a confirmação. Se estiver tudo certo, confirme e ele criará os diretórios.

A maioria desses diretórios estão vazios, exceto ‘Model‘, ‘Controller‘.

Em ‘Model’ terá o arquivo NOME_DO_PLUGINAppModel.php e em ‘ControllerNOME_DO_PLUGINAppController.php

De agora em diante usarei o nome do plugin como MyPlugin.

Esses arquivos funcionam exatamente como AppModel.php e AppController.php que estão em app/Model e app/Controller, respectivamente (tanto que eles estão herdando delas).

Porém há um detalhe que fazia eu me confundir um pouco:

// .../plugins/Myplugin/Model/MyClass.php App::uses('MypluginAppModel', 'Myplugin.Model'); class MyModel extends MypluginAppModel{ ... }

No nosso arquivo MyModel.php devemos ‘incluir’ a classe MyPluginAppModel para podermos extendê-la.

Para isso usamos o método ‘uses‘ da classe App.

O primeiro parâmetro é o nome da classe a ser incluída – MypluginAppModel – e o segundo é a qual pacote ela pertence. No caso ela está no diretório Model do plugin Myplugin, então ela pertence ao pacote Myplugin.Model.

Em MyPluginAppModel podemos ver:

App::uses('AppModel', 'Model'); class MyPluginAppModel extends AppModel { }

Obs.: Não é obrigatório, mas é um padrão do Cake.

Estamos incluindo a classe AppModel que pertence ao pacote Model. Informando apenas ‘Model’, sem nenhum nome a frente, por exemplo SomeName.Model, significa que estamos falando do pacote Model da aplicação (app/Model).

Se vamos usar alguma classe de outro diretório, podemos usar App::uses(‘JustAnotherClass’, ‘Myplugin.Vendor’); para o diretório Vendor dentro de Myplugin, por exemplo.

No atributo $uses em uma Controller também é necessário informar de onde vem a Model a ser usado naquela controller (nome_plugin.nome_classe).

class MyController extends MypluginAppController{ public $uses = array('Myplugin.MyModel', 'Myplugin.MyModelTwo'); }

Sempre que for informar uma classe do seu plugin para ser usada, coloque nome_plugin.nome_classe.

Outros lugares onde são usados nomes de classes:

- atributo $belongsTo, $hasMany das Models:

class MyModel extends MypluginAppModel{ public $belongsTo = array( 'MyModelTwo' => array( 'className' => 'Myplugin.MyModelTwo', // percebam aqui o nome do plugin mais o nome da classe, separados por ponto. ... }

Tudo isso é importante saber, mas há uma forma para que você não precise escrever tudo isso “a mão”.

Podemos usar o Console para isso!

Criando um Model chamado MyModel para o plugin MyPlugin:

...\htdocs\cake\app>Console\cake bake model MyModel --plugin MyPlugin

Ao executar o comando ele criará a model no diretório Model do plugin MyModel com as configurações padrão, por exemplo ele detectará a ‘primary key’ da tabela e seus relacionamentos, como também escreverá algumas validações conforme as regras dos campos da tabela (not null, apenas número para campos que recebem números, etc.).

Verifique se está tudo certo com as regras escritas e altere-as conforme sua necessidade!

Vale lembrar também que esse comando segue as convenções do cake. Ao digitar esse comando, ele procurará pela tabela my_model no banco de dados. Se ele não encontrar, uma mensagem de erro será mostrada no console.

Obs.: O mesmo que foi escrito para ‘cake bake model’ vale para ‘cake bake controller’!

Para carregar seu plugin, em app/Config/bootstrap.php digite:

CakePlugin::load('SeuPlugin', array('bootstrap' => true, 'routes' => true));

‘SeuPlugin’ deve ser o nome exato do diretório do seu plugin em app/Plugin ou /plugins.

O array de opções é opcional, mas se quiseres carregar as configurações do plugin em SeuPlugin/Config/bootstrap.php ou SeuPlugin/Config/routes.php esse array deve ser informado como no exemplo acima.

São dicas simples, mas que algumas não abordavam diretamente no manual e que eu passei um tempo pesquisando para descobrir.

Espero ter ajudado!

Até a próxima!

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Cuidado! Não confunda sua vida pessoal com a virtual

Durante a Campus Party Brasil 2012, o gerente geral de segurança do portal UOL, deu dicas de como diminuir os riscos na rede e continuar com sua privacidade intocada. Para ajudar os internautas, o especialista apresentou uma pesquisa de análise de comportamento que concluiu que o ser humano tende a se comportar da mesma maneira nos mundos virtual e real.

Segundo ele, um mero post em rede social pode trazer perigos. Para exemplificar, o especialista citou o caso de um funcionário de uma companhia de soluções para web, que foi demitido por causa de um tuíte. Para comemorar a vitória de seu time de futebol, o funcionário brincou com outro time usando o nome de sua empresa. Porém, na época, a companhia era patrocinadora oficial do time paulistano.

Algo parecido também ocorreu com um importante executivo, que precisou apagar de sua “lista de desejos” de um site de compras, um livro que ensinava como fabricar uma bomba atômica. Por conta disso, Nelson fez um alerta: cuidado com as listas de desejo ou serviços que exibem nas redes sociais o que você está ouvindo ou assistindo, elas podem ser usadas contra você.

Outra dica de Nelson é tomar cuidado com os amigos do Facebook. Ele diz que, mesmo que a pessoa seja conhecida, seu perfil pode conter falhas de segurança. Além disso, sempre há a possibilidade de um criminoso virtual utilizar uma conta “real” para enganar as vítimas. Fora isso, Nelson explica que é importante se lembrar que um post pode ficar eternizado na rede. “Uma vez postada, a informação fica lá para sempre. Ou seja, se você coloca alguma mensagem, mesmo que ela seja apagada, alguém pode ver, salvar ou até tirar um print screen e, então, ela será eternizada”, ressaltou.

Apesar de todos os avisos e alertas, Nelson afirma que sair das redes sociais não é a solução. De acordo com ele, basta pensar antes de postar. “Tem de haver consciência na hora de publicar informações nas redes sociais. Uma consciência que dure 24 horas por dia e 7 dias por semana, pois nosso hábitos, mesmo que virtualmente, dizem muito sobre nós”, concluiu.

Você tem alguma dica de como manter sua privacidade e segurança na rede? Compartilhe conosco nos comentários.

Fonte: UOL

tdc2013

TDC Porto Alegre 2013 – The Developer’s Conference

Um dos eventos mais esperados do ano pela comunidade de desenvolvedores do Sul do Brasil está chegando. O TDC (The Developer’s Conference) edição Porto Alegre acontecerá entre os dias 25 e 26 de Outubro na UniRitter.

O período de inscrições vai até o dia do evento (se houverem vagas). Aproveite e clique no link abaixo para efetuar sua inscrição:

http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2013/inscricoes#portoalegre

Entre as trilhas disponíveis estão:

SEXTA – 25/10 SÁBADO – 26/10
Trilha Testes Trilha Arduino e Raspberry Pi
Trilha Java Trilha Arquitetura
Trilha .NET Trilha Agile
Trilha Mobile Trilha Games
Trilha Marketing Digital Trilha UX/Front-End
Trilha Stadium Sexta Trilha Stadium Sábado

Gustavo das Neves, diretor de criação da Master Studio Web submeteu palestra para a trilha de Ux / Front-end. Se puder ajudar votando na palestra, agradecemos :)

Já estamos com nossas inscrições feitas e aguardando ansiosamente esta oportunidade de compartilhar conhecimento com outros desenvolvedores.

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Tipos de Empresa Mais Comuns no Brasil

Uma das maiores dúvidas do brasileiro na hora de abrir uma empresa é como ela estará enquadrada nas questão legais e financeiras. Então buscamos este material de apoio para você que pode estar passando por dificuldades na hora de abrir sua empresa.

O quadro abaixo resume as características essenciais dos tipos de empresas mais comuns no Brasil.

Tipos de Empresa

Legenda:

ME: Microempresa
EPP: Empresa de Pequeno Porte
MEI: Microempreendedor Individual
EIRELI: Empresa Individual de Responsabilidade Limitada

Espero ter ajudado!

Imagem - App Store

Listão de apps da App Store com desconto de páscoa

Como sempre acontece, vários desenvolvedores aproveitam datas festivas para fazer promoções em aplicativos da App Store. Na Páscoa não é diferente e diversas empresas reduziram seus preços para o feriado, por tempo limitado.

Confira abaixo a lista (arteriscos indicam jogos de graça). Lembrando que, como não há a categoria GAMES na App Store brasileira (leia o porquê aqui), você pode comprar com uma conta argentina, usando cartão de crédito brasileiro.

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Electronic Arts

Chillingo

SEGA

Gamevil

Digital Chocolate

99Games

Diversos

Fonte: blogdoiphone.com

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Modelo de negócio e rentabilidade

Em uma conversa com amigos empreendedores, as conversas nos levaram para uma questão muito importante: Por que diversas empresas não encontram seu modelo de negócio?

Tento responder de forma clara e objetiva. Muitas empresas não esperam atender um público tão grande quanto alcançaram ou simplesmente não planejaram as formas alternativas de ganhar dinheiro.

Veja a Wikipédia que atualmente pede doações constantemente, será que eles não possuem um produto ou serviço que gere valor econômico? Creio que sim! Eles possuem atualmente uma das maiores fontes de pesquisa rápida e atualizada do mundo.

Podem com certeza cobrar por algo, só que ainda não o fizeram.

O caso da Wikipédia é apenas um exemplo, mas muitas empresas acabam falindo com ótimos produtos ou serviços por não escolherem o melhor modelo de negócio. Políticas de preço, concorrência, público-alvo e diversos outros fatores formam um bom modelo de negócios.

Por que meu site não dá resultados?

Seu site não dá resultados? O que fazer?

Se o site de sua empresa ou seu site pessoal não dá resultado $$, saiba que algo está errado. Analise os relatórios de acessos e tenha um conhecimento sólido de seu público-alvo. Focar no público-alvo é um fator que leva ao sucesso na maioria dos casos.

Existem duas opções para seu site não dar resultado:

  • Você fez um Site Feio para Burro que realmente não converte as visitas; ou
  • Você fez um Site Bonito para Chuchu

Para o 1º caso não há o que fazer aqui: o melhor é voltar e ver como construir um bom site, sem churumelas. Veja como um bom projeto visual pode fazer a diferença aqui.

Aqui tratamos sobre o 2º caso. Imagina só fazer um baita investimento para atrair visitas e fazer o site ficar “Bonito para Chuchu”, mas não ter resultados.

Como numa loja física, em alguns momentos o seu cliente poderá ficar em dúvida em relação ao que é oferecido na página. Porém, na loja física existem vendedores lá prontos para ajudar – mas e no site? Nem sempre esse potencial cliente está disposto a pagar pra ver, ou seja, se ele não conseguir tirar suas dúvidas, pode ter certeza de que ele não fará a compra.

Com o objetivo de diminuir esse problema, explicamos abaixo 3 formas de você encorajar os visitantes do seu site a entrarem em contato você:

1- Email e formulário de contato

Sempre vale a pena repetir: é muito mais fácil apagar spam do que conseguir um novo cliente, então deixe o seu email visível sempre que possível.

Um modo semelhante, mas que facilita a vida do seu potencial cliente é o famoso formulário de contato (ou de pedido de orçamento). Através do site você torna possível o envio de uma mensagem e pronto – dúvida enviada.

  • Vantagem: é uma ferramenta bastante comum, então com usabilidade simples.
  • Desvantagem: o tempo de resposta é muito importante, já que esse potencial cliente tem o risco de ter ido buscar outra saída para a necessidade dele.

2- Chat-online

É um sistema cada vez mais utilizado e já tem sido bem aceito por internautas. Basicamente, quando tem alguém navegando no seu site, uma janela aparece e oferece ajuda. Essa ajuda é você ou sua equipe respondendo via chat as dúvidas dessa pessoa.

Simples assim.

  • Vantagem: seu cliente não sai da sua página e já tira dúvidas na hora, o que dá a chance dele efetuar a compra na hora.
  • Desvantagem: demanda que tenha uma pessoa respondendo e provendo informações.

Um sistema legal de chat-online é o WebChat da Locaweb, veja mais sobre ele aqui.

3- Telefone

O bom e velho telefone é ainda um dos mais eficientes. Você mostrar um telefone de contato pode ser a diferença para que uma venda aconteça. Isso acontece porque além do cliente poder tirar quaisquer dúvidas, o contato direto por voz com outra pessoa passa maior confiança e tranquilidade a quem está comprando.

  • Vantagem: maior possibilidade de conversão.
  • Desvantagem: custo maior com RH para atender as ligações.

Além de dar esse suporte na hora da compra, a vantagem de se usar essas ferramentas é ter o contato desse potencial cliente. Por mais que ele não faça a compra na hora, você passa a ter seus contatos e, futuramente, poderá tentar a venda novamente.

Fonte: SaiaDoLugar.com.br

retorno sobre investimento segmentado

Quanto mais objetivo e claro, mais caro!

Você que trabalha diretamente com publicidade online ou offline, e que normalmente escuta clientes reclamando do preço da mídia, saiba que a explicação mais lógica e que fará com que ele entenda é a seguinte:

“Quanto mais rápido e melhor você acertar seu público-alvo, maior será o custo… porém, o retorno é praticamente certo e muito  maior que o da mídia barata!”

Utilizo sempre o exemplo da segmentação em campanhas de links patrocinados que muitas vezes o cliente foca tanto no público-alvo que se assusta com o CPC (Custo por clique). Basta levar em consideração que o resultado da campanha não será analisado apenas pelo custo e sim pelo retorno sobre investimento.

 

Steve Jobs - "Maluco" e Revolucionário

Os empreendedores (malucos) é que mudam o mundo!

Todo mundo está careca de saber que empreendedores são sonhadores, mas ao mesmo tempo realizadores, ou seja, eles sonham com uma nova realidade e, a partir daí, começam a sair do lugar para transformar as coisas ao seu redor.

É claro que esse não é o caminho mais fácil. Na teoria, o caminho mais fácil é você trabalhar na empresa dos outros. No entanto, faz parte da natureza do empreendedor querer construir o próprio caminho e a própria realidade o que, obviamente, envolve (possivelmente) mais riscos, desafios e dificuldades.

Pessoas que não possuem o espírito empreendedor não conseguem entender o porquê fazemos o que fazemos e talvez, por isso, gostem de dizer que somos malucos e que o que queremos fazer (quase sempre) é uma loucura. Mas a questão aqui é a seguinte: ser maluco é bom. Afinal de contas, se não fossem os malucos nós ainda viveríamos em cavernas, não é mesmo?

O que quero dizer com isso é que para alguém utilizar um produto ou serviço que facilite e/ou melhore sua vida (independente do que seja), outro alguém teve que imaginar esse produto ou serviço e é justamente aí que o empreendedor entra na história.

Está mais do que claro que empreendedores transformam o ambiente ao seu redor. Transformam a vida das pessoas. E cá entre nós… só mesmo os malucos para quererem fazer algo assim. Para quererem e gostarem de encarar os desafios que envolvem fazer algo acontecer.

Os empreendedores (malucos) mudam o mundo e eu tenho certeza que, assim como eu, você tem muito orgulho de fazer parte desse grupo. Não tem?

Fonte: saiadolugar.com.br

Taxi - Encontre o disponível mais próximo

5 Aplicativos para você encontrar um táxi disponível


Em grandes cidades, como São Paulo, por exemplo, o dia pode amanhecer de um jeito e terminar de outro. Além do trânsito, de possíveis problemas com o transporte público ou de chuvas torrenciais que alagam todas as ruas, é bem comum a gente se encontrar em uma situação de pressa e emergência por uma carona. E o pior: sem nenhum contato de táxi na agenda.

No mais, seja por uma urgência ou por simples necessidade, encontramos 5 aplicativos capazes de localizar e chamar serviços de táxi em diversos locais do país pelo próprio smartphone. Confira:

1. Moove Taxi

Moove Taxi é um dos melhores apps para encontrar pontos de táxi pelo Android ou iPhone em São Paulo.

Com base na sua geolocalização, ele acessa uma extensa base de dados e te dá a localização e o telefone dos pontos mais próximos de você – até com os dados da distância entre você e o ponto. Dá pra fazer a ligação direto do app.

Além disso, a aba Rádio Taxi mostra os telefones das rádios mais comuns de taxis de São Paulo. Em Favoritos, você pode colocar os pontos de táxis que usa com maior frequência, para ter acesso fácil. Um dos recursos mais legais do aplicativo é a aba táximetro. Nela, você coloca um endereço inicial, um final e ele calcula o preço médio da corrida – nos testes o preço se mostrou bastante próximo do real. Por fim, o app é colaborativo, então há uma aba para você adicionar um ponto novo.

A interface do Moove Taxi é bonita, clean e muito fácil de usar. O aplicativo é gratuito, está sempre em melhorias e tem versões para iPhone e Android. Todo mundo sabe da dificuldade que é pegar um táxi em São Paulo, o Moove Taxi tornou-se um app indispensável.

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2. ResolveAí

Resolveaí é um serviço criado para facilitar a comunicação entre os usuários e taxistas pelas cidades. Disponível por enquanto nas cidades do Rio de Janeiro e Brasília, ele permite traçar rotas e buscar os carros disponíveis para atender no momento.

Para começar a utilizar o Resolveaí é preciso realizar um cadastro simples. Depois, é possível cadastrar alguns endereços para facilitar na hora de solicitar uma rota com o táxi.

A página inicial já permite preencher o formulário com o endereço de onde o usuário está, e para onde ele quer ir. Há duas opções de serviço de táxi para escolher: Comum e Premium. O serviço também possui um mecanismo que identifica automaticamente o endereço do usuário – caso ele permita.

Após preencher com os dados e realizar uma consulta, o Resolveaí mostra todos os carros disponíveis para buscar o usuário. Caso a rota seja confirmada, basta aceitar a proposta do site e aguardar.

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3. Taxibeat

Com versões gratuitas para Android e iOS, o Taxibeat ajuda a localizar e chamar serviços de táxi pelo smartphone com Android ou iOS.

A partir da localização do usuário, o aplicativo localiza os táxis mais próximos e mostra informações como o nome dos motoristas, modelos de carro, avaliações de outros passageiros, e a distância até o ponto.

Caso seja feito algum pedido de táxi, há como rastrear o veículo em direção ao usuário pelo próprio mapa.

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4. 99Taxis

Bem avaliado no Google Play, o app 99Taxis é capaz de encontrar e pedir o táxi mais próximo do usuário a partir do GPS do smartphone.

Tudo que o usuário precisa fazer para começar a utilizar o app é ativar seu serviço de localização, confirmar um número de telefone, e escolher em qual localidade deseja chamar o táxi.

Alguns taxistas já possuem foto e diversos dados para segurança, inclusive seu número de contato. Há, também, como acompanhar a chegada do veículo em tempo real pelo celular.

O 99Taxis é gratuito para Android. E tudo indica que, em breve, haverá também versão para iOS.

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5. Táxi Aqui

Táxi Aqui é um serviço para solicitar táxi pelo smartphone. Com ele, o usuário consegue localizar os pontos mais próximos dele pelo GPS, e pode chamar um taxista direto pela internet, sem precisar ter dor de cabeça com diversos atendimentos pelo telefone.

O app pretende se expandir para cobrir as principais cidades do país, e já atende capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, por exemplo.

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Fonte: info.abril.com.br