tabela tipos de empresa

Tipos de Empresa Mais Comuns no Brasil

Uma das maiores dúvidas do brasileiro na hora de abrir uma empresa é como ela estará enquadrada nas questão legais e financeiras. Então buscamos este material de apoio para você que pode estar passando por dificuldades na hora de abrir sua empresa.

O quadro abaixo resume as características essenciais dos tipos de empresas mais comuns no Brasil.

Tipos de Empresa

Legenda:

ME: Microempresa
EPP: Empresa de Pequeno Porte
MEI: Microempreendedor Individual
EIRELI: Empresa Individual de Responsabilidade Limitada

Espero ter ajudado!

Vimeo e Youtube

Vídeo > Serviços

Recentemente, lançamos no Youtube e Vimeo canais onde traremos novidades da área de tecnologia, cases de sucesso, tendências, etc…

Os endereços dos canais são: http://www.youtube.com.br/masterstudioBR e http://www.vimeo.com/masterstudioweb

Segue abaixo o vídeo com os principais serviços prestados pela empresa para você que ainda não conferiu:

 

Conheça os serviços da Master Studio Web no Vimeo.

Abraço galera!

ZF2 Auth

Tutorial simples de autenticação com ZF2

Pesquisando mais sobre o Zend Framework 2, encontrei este exemplo bastante simples para fazer autenticação usando a biblioteca Zend Auth.

As explicações do script eu coloquei diretamente no código, quando você for desenvolver, pode não ser mais necessários deixá-los no meio do código, pois provavelmente você irá entender o código somente olhando sem precisar ler os comentários, se for esse o caso então você pode retirá-los, pois como eu disse, os comentários foram para explicar os procedimentos, então são explicações didáticas.

// Setar o ‘use’ no topo do documento das seguintes classes

use ZendAuthenticationResult;
use ZendAuthenticationAuthenticationService;
use ZendAuthenticationAdapterDbTable;

// Recebe os parâmetros login e senha via post
$request = $this->getRequest();
$login = $request->getPost('login');
$senha = $request->getPost('senha');

/*
 * Get no adaptador do banco de dados, neste caso você precisa verificar 
 * qual foi o nome usado para o adaptador.
 */
$zendDb = $this->getServiceLocator()->get('ZendDbAdapterAdapter');

/* Criando o auth adapter: 
 * passando o primeiro parâmetro o adaptador do banco de dados $zendDb
 * segundo parâmetro a tabela de usuarios
 * terceiro parâmetro a coluna da tabela aonde está o login
 * quarto parâmetro a coluna da tabela aonde está a senha
 */
$authAdapter = new DbTable(
    $zendDb,
    'tbl_usuarios',
    'usuario_email',
    'usuario_senha'
);

/* Seta o credential tratment: 
 * tratamento da senha para ser criptografada em md5
 * passado um parâmetro status para logar o usuario que esteja ativo no sistema
 * no caso dos parâmetros você pode passar quantos forem necessários usando o AND
 * na sequência seta o Identity que é o login e Credential que é a senha
 */
$authAdapter->setCredentialTreatment('md5(?) AND usuario_status = 1');
$authAdapter->setIdentity($login); 
$authAdapter->setCredential($senha);

// Instanciando o AutenticationService para fazer a altenticação com os dados passados para o authAdapter
$authService = new AuthenticationService();

// Autenticando o passando para a variável result o resultado da autenticação
$result = $authService->authenticate($authAdapter);

// Validando a autenticação
if ($result->isValid()) {
    // Se validou damos um get nos dados autenticados usando o $result->getIdentity()
    $identity = $result->getIdentity();

    /* Imprimindo os dados na tela para confirmar os dados autenticados
     * pronto, se aparecer os dados isso quer dizer que o usuario está autenticado no sistema
     */
    exit(var_dump($identity));
} else {
    /* Caso falhe a autenticação, será gerado o log abaixo que será impresso 
     * na tela do computador para você sabe do problema ocorrido.
     * os erros listados abaixo são os erros mais comuns que podem ocorrer.
     */
    switch ($result->getCode()) {
        case Result::FAILURE_IDENTITY_NOT_FOUND:
            echo "O email não existe";
            break;
        case Result::FAILURE_CREDENTIAL_INVALID:
            echo "A senha está incorreta";
            break;
        default:
            foreach ($result->getMessages() as $message) {
                echo $message;
            }
    }
}

Post original:http://www.zf2.com.br/tutoriais/post/script-para-criar-a-autenticacao-no-zf2-usando-o-zend-auth

Relatório Google Analytics personalizado PHP API

Pegando dados do Google Analytics via PHP

GAPI significa Google Analytics PHP Interface (ou Interface em PHP para Google Analytics) e é um projeto open-source criado por um cara chamado Stig Manning… Esse projeto foi criado para facilitar a sua (e a minha) vida na hora de buscar dados e gerar relatórios com os dados do Google Analytics para serem exibidos em outros sites… Espera um pouco, você não sabia que isso era possivel?! Viva la revolucion! :D

O GAPI é uma classe que te ajudará a fazer todo o trabalho de login, encontrar profile IDs, filtrar relatórios e tudo mais… Foi desenvolvido para ser usado com Frameworks (Symfony, CakePHP, Zend e etc.)… Mas pode ser usado perfeitamente por qualquer site com PHP 5 ou superior (e é isso que eu vou ensinar a fazer aqui hoje).

Com a API do Google Analytics você pode ter acesso a QUALQUER dado/relatório que teria acessando normalmente sua conta pelo site.

Download e “Instalação”

Para baixar o GAPI é simples.. Como diria meu professor de física do colegial: “é mel na chupeta!”… Acesse a página oficial do projeto dentro do Google Code e (logo ali na lateral direita) faça o download da última versão.

Para poder usar a classe você só precisa ter o hárduo trabalho de incluir o arquivogapi.class.php no seu site.

Exemplo de uso – Autenticação

Da mesma forma que você precisa fazer o login com a sua conta Google para ter acesso aos perfis de sites, e posteriormente aos relatórios desses perfis, você também precisa fazer o login autenticando seus dados de acesso… Veja como é dificil fazer isso:

 PHP |  copy code |? 
1
<?php
2
require_once("gapi.class.php");
3
//Autenticação
4
$ga=new gapi('SEU E-MAIL','SUA SENHA');
5
?>

Exemplo de uso – Listando os perfis de site

Para listar todos os perfis de site que você tem na sua conta você pode fazer assim:

 PHP |  copy code |? 
01
<?php
02
require_once("gapi.class.php");
03
//Autenticação
04
$ga = new gapi('SEU E-MAIL','SUA SENHA');&nbsp;
05
//Pega os&nbsp;dados&nbsp;da conta e perfis de site
06
$ga->requestAccountData();
07
//&nbsp;Pra&nbsp;cada&nbsp;resultado&nbsp;encontrado...
08
foreach($ga&minus;>getResults()&nbsp;as&nbsp;$perfil){
09
//Exibe os dados de cada um dos perfis de site
10
echo $perfil.'('.$perfil->getProfileId().')<br&nbsp;/>';
11
}
12
?>
13

O código acima irá exibir uma pequena lista dos sites que você tem na sua conta do Analytics… Usarei como exemplo o ID 12345 que é um ID fictício.

Exemplo de uso – Pegando dados

Agora você já fez o login e tem o ID do perfil do site que você quer pegar os resultados… Vamos fazer duas consultas de exemplo e pegar os dados necessários para fazer um relatório completo sobre as visitas e pageviews do mês passado:

 PHP |  copy code |? 
01
<?php
02
require_once("gapi.class.php");
03
//Autenticação
04
$ga=new&nbsp;gapi('SEU EMAIL','SUA SENHA');
05
 
06
//ID do perfil do site
07
$id='12345';
08
//Define o período do relatório
09
$inicio=date('Y-m-01',strtotime('-1 month'));//primeiro&nbsp;dia do mês passado
10
$fim=date('Y-m-t',&nbsp;strtotime('-1&nbsp;month'));//último dia do&nbsp;mês&nbsp;passado
11
//Busca&nbsp;os&nbsp;pageviews&nbsp;e&nbsp;visitas&nbsp;(total&nbsp;do&nbsp;mês&nbsp;passado)
12
$ga&minus;>requestReportData($id,'month',array('pageviews','visits'),null,null,$inicio,&nbsp;$fim);
13
foreach($ga->getResults() as $dados){
14
echo&nbsp;'Mês '.$dados.':'.$dados->getVisits().'&nbsp;Visita(s)&nbsp;e&nbsp;'.$dados->getPageviews()&nbsp;.'&nbsp;Pageview(s)<br&nbsp;/>';
15
}
16
echo '<br&nbsp;/>';

 PHP |  copy code |? 
1
 PHP |  copy code |? 
1
$ga&minus;&gt;requestReportData($id,'day',array('pageviews','visits'),'day',null,$inicio,$fim,&nbsp;1,50);

 PHP |  copy code |? 
1
foreach($ga->getResults() as $dados)&nbsp;{
2
echo&nbsp;'Dia'.$dados.':'.$dados->getVisits().'&nbsp;Visita(s)&nbsp;e&nbsp;'&nbsp;.&nbsp;$dados->getPageviews()&nbsp;.&nbsp;'&nbsp;Pageview(s)<br&nbsp;/>';
3
}
4
?>
5

É claro que esse codigo parece um pouco complexo pra quem está começando.. Vou tentar explicar os argumentos do método requestReportData:

1 – Primeiro tempos o ID do perfil do site que você já pegou antes usando o requestAccountData()

2 – Aqui temos a lista de dimensões que estamos buscando. No primeiro exemplo usamos ‘month’ para pegar o total de cada mês do período especificado, e no segundo usamos ‘day’ para pegar o total referente a cada dia do período. Veja aqui a lista completa de dimensões que podem ser usadas.

3 – No terceiro parâmetro temos as métricas, que são os valores que estamos buscando… Nos dois casos usamos ‘pageviews’ e ‘visits’. Veja aqui uma lista completa de métricas que podem ser usadas.

4 – O quarto parâmetro é a ordem dos resultados.

5 – O quinto parâmetro é o filtro. (Raramente usado)

6 e 7 – São os parâmetros que definem o período dos relatórios no formato AAAA-MM-DD.

8 – No oitavo parâmetro você define o n° do primeiro registro (usado para paginação de resultados).

9 – No nono (e último) parâmetro você define o n° do último registro (usado para paginação de resultados).

Os únicos argumentos obrigatórios são os três primeiros.

Post original: http://blog.thiagobelem.net/pegando-dados-do-google-analytics-via-php/

zf2 módulos

Módulos no Zend Framework 2

No Zend o uso de módulos é muito fácil, basta você fazer algumas configurações e pronto! Todo seu sistema esta particionado e organizado da maneira que desejar! Primeiro vamos entender qual a vantagem de se criar um projeto em módulos.

Vou utilizar a idéia de que você esta desenvolvendo um web site e o mesmo precisa de um gerenciador para o conteúdo (editar texto, imagem, etc…). Caso não tenha conhecimento de modularização você iria utilizar 2 cópias de projetos do zend, uma em cada pasta não é? ficando:

meuprojeto/meusite/public/
meuprojeto/admin/public/

ou

meuprojeto/meusite/public/
meuprojeto/meusite/admin/public/

Com Zend isso não é necessário pois você pode criar módulos dentro de um mesmo projeto Zend, reaproveitando configurações de banco de dados, plugins, etc…
Cada módulo possui seu grupo de “controllers, models e views” independentes, ou seja, tudo é organizado dentro de pastas e o Zend faz o resto (yesss!).

A arquitetura básica que eu utilizo para módulos é a seguinte:
Zend Modules

Repare que dentro da minha pasta application eu não tenho mais “controllers, models e views”, pois essas pastas estão dentro de modules. Cada pasta em modules é (obviamente rs) um módulo, logo dentro de cada uma você precisa ter seus controllers, models e views indepententes ou seu projeto não irá funcionar corretamente, pois o Zend ao executar um módulo ele irá procurar por esses arquivos dentro dessa pasta.

Bom, antes de começar a configuração vamos relembrar que um módulo é apenas um conjunto de ações dentro do seu projeto. Como citei o caso do web site, você pode ter o web site em default e o administrador emadmin.
OBS: default que é a pasta padrão, é onde o zend irá procurar por arquivos caso você não indique caminho.
Exemplos:

MÓDULO default: www.com.br/public/
MÓDULO admin:www.com.br/public/admin
MÓDULO cliente:www.com.br/public/cliente

TOME MUITO CUIDADO PARA NÃO CRIAR UM MÓDULO COM O MESMO NOME DE UM CONTROLLER INTERNO DO default.

*** Agora vamos as configurações para poder enfim desfrutar desse recurso!

Primeiro você precisa modificar seu application.ini na pasta application/configs do seu projeto.
Em um projeto sem módulo eu indico onde estão meu controllers com a linha:

PHP

1
resources.frontController.controllerDirectory = APPLICATION_PATH “/controllers”

Porém em um projeto com módulo eu vou trocar essa linha por:

PHP

1
2
resources.frontController.moduleDirectory = APPLICATION_PATH “/modules”
resources.modules[]= “”

Automaticamente ele irá entender que dentro de cada pasta módulo eu ja tenho as pastas controllers, lembrando também que o nome da sua pasta modules pode ser qualquer uma, basta você citar corretamente seu nome no seu arquivo de configuração.

Agora DENTRO DE CADA MÓDULO você deve adicionar um arquivo Bootstrap.php para inicialização do seu módulo, porém notem que o cabeçalho é um pouco diferente:

BOOTSTRAP PRINCIPAL:

PHP

1
2
3
class Bootstrap extends Zend_Application_Bootstrap_Bootstrap {
}

BOOTSTRAP DE UM MÓDULO:

PHP

1
2
3
class Admin_Bootstrap extends Zend_Application_Module_Bootstrap {
}

Note que na frente do nome da classe Bootstrap você deverá utilizar o nome do seu módulo, no caso acima eu estou adicionando o bootstrap do módulo admin, então o nome deve ser Admin_Bootstrap e essa classe deverá ser extentida para Zend_Application_Module_Bootstrap, pois assim o Zend sabe que se trata de um bootstrap de módulo! A estrutura final então de um projeto com site e admin deverá ficar parecida com:
Zend Modules

 

Post original: www.brunoporto.com.br/2010/09/27/modulos-zend-framework/

imagem tipo de cliente de loja virtual

Como trazer clientes para sua loja virtual

Hoje ainda existe muito a crença de que “na internet tudo vende” e que, depois de colocar sua loja virtual no ar, é só esperar os clientes virem e encherem o seu bolso.

O problema é que nada é tão fácil assim.

Depois de montar sua loja virtual, ela é apenas mais um website numa rede com trilhões de websites falando sobre zilhões de coisas. A chance de alguém simplesmente encontrar o teu site é ínfima.

Ah não! Então é impossível prosperar com uma nova loja online?

A resposta é: claro que não é impossível. A questão aqui é trabalhar para trazer o fluxo de potenciais clientes para a sua loja.

Aqui vão 3 dicas para que você consiga não só os primeiros, mas também vários outros clientes:

1- Sua loja precisa ser otimizada para o Google

Isso não é novidade para ninguém: o Google é o principal buscador do Brasil (e do mundo) e se o seu potencial cliente resolver procurar o seu produto por lá, o melhor pra você é aparecer entre as primeiras posições.

Apesar das técnicas para escolha dos termos utilizados (principalmente em títulos e tags) serem essenciais, elas não trabalham sozinhas. O sistema em si também deve ser bem desenhado para que o Google leia essas informações da melhor maneira possível.

2- Comparadores de preço: eles vieram pra ficar

Pense na sua experiência como consumidor: quando você quer comprar um novo produto, o que você faz?

Se a sua resposta foi “Ah, se lascou! Eu busco no Google primeiro, não nos comparadores – lero-lero!”, você se esqueceu de que os comparadores de preços (como Buscapé, Shopping UOL etc.) têm um posicionamento fantástico no Google, então são onde as pessoas acabam caindo depois de buscar no Google.

Além disso, esses comparadores são espaços focados na experiência de compra, então uma pessoa que faz pesquisas por lá já está com uma tendência muito mais forte para se tornar de fato um cliente.

3- Esteja onde as pessoas estão

Esse é um dos pilares do Mix de Marketing (Praça) e o equivalente a ter um ponto comercial bem localizado – sua loja precisa estar acessível nos lugares em que seus potenciais clientes estão acostumados a navegar.

Uma rede online bastante eficiente para comprar e vender é o Mercado Livre – inclusive é lá que muitas empresas começam a vender online.

Porém, o lugar online mais importante em termos de números de usuários é o Facebook: sua loja precisa estar no Facebook. Todo mundo está lá e a presença da sua loja por lá pode aumentar MUITO seu potencial de venda.

Ter uma presença no Facebook com a FanPage (veja mais aqui) é extremamente importante, mas hoje já existem inúmeras tecnologias que te permitem ter a loja funcionando dentro do Facebook.

Post original: http://www.saiadolugar.com.br/marketing/como-trazer-clientes-para-sua-loja-virtual/

Abraço e sucesso!

Os 4 ps do Marketing - Só que não

Os 4 Fs que vão mudar a sua vida!

Segue abaixo um post bem bacana sobre os 4F’s para empreendedores que tem medo de colocar seu produto na rua.

1. FOCO!

Para quê perder tempo fazendo análise dos 4Ps de marketing sobre produtos que você não gosta, para vender o que você não sabe, para pessoas que não te valorizam? Você deveria fazer o que você gosta MUITO baseado no que você conhece UM POUCO e que tem uma GRANDE possibilidade de crescimento. 20% de tudo que você faz na vida traz 80% dos resultados que você consegue. E 30% de tudo que você faz na vida, debaixo para cima (em um gráfico), traz prejuízos imensos para a empresa. 30% dos vendedores, 30% dos produtos, 30% dos processos, 30% dos sistemas, 30% do seu web site,  30% da missão corporativa da sua empresa não servem para absolutamente nada, a não ser confundir a cabeça das pessoas sobre qual é afinal o FOCO da empresa. Foco é tudo na vida!

2. FÉ!

O mundo corporativo como o próprio nome diz trata-se de um corpo de coisas. Sem alma, sem paixão, sem compromisso com a Vida. 99% da galera trabalha alucinada fazendo coisas baseadas em fatos e não crenças e valores. Curiosamente, a meritocracia é o sistema ideal para a corrupção existir. Métricas de performance, índices de desempenho, planilhas de fluxo de caixas e sistemas de análises de qualquer coisa são forjadas todos os dias para atender a meritocracia corporativa. Meritocracia não é a saída para nada, é o buraco de tudo.

A meritocracia não valoriza as pessoas. No mundo que eu quero ajudar a construir as pessoas JÁ são valorizadas por aquilo que fizeram para outras pessoas e não precisam da meritocracia para fazer acontecer. Meritocracia é um sistema legalzinho para fazer as pessoas terem vontade de trabalhar para o sistema. Tá tudo errado!

Na meritocracia, quem está por cima cria o tempo todo novos índices de performance que detonam qualquer possibilidade de mobilidade de “classe”. Segundo o mundo meritocrata, as coisas só vão melhorar daqui 50 anos. Enquanto isso, o poder dos bancos e dos governos aumenta todos os dias, e a desigualdade entre as pessoas também.

O que é melhor do que a meritocracia?

Um mundo sem qualquer tipo de liderança com completa aversão as hierarquias, e onde todos os participantes trabalham pela igualdade de oportunidades e com amor pelo que fazem.

Ninguém deveria precisar de Deus, ou do Chefe, ou do Presidente ou do Papa para fazer o bem.

3. FORÇA!

Sabe porque as pessoas ainda marcam reuniões com pessoas que trabalham em outras empresas? Porque as reuniões com gente de fora são uma válvula de escape para a chatice que as pessoas vivem imersas todos os dias. 80% do dia-a-dia de 80% das pessoas é pura chatice. Gente chata discutindo coisas chatas que não levam a lugar algum. As reuniões externas são uma oportunidade de conhecer pessoas mais interessantes do que os colegas de trabalho, os chefes e os funcionários. Infelizmente, nem sempre encontramos alguém suuuuuper interessante nas reuniões com outras pessoas de fora.

Sabe porque as empresas são chatas?

Porque quase ninguém tem coragem de colocar o dedo nas feridas da empresa e encarar os problemas de frente.

Uma empresa sem conflitos, porrada, discussão sobre temas críticos, decisões difíceis e escolhas complexas são um saco. O F da FORÇA significa CORAGEM, coragem para falar tudo que é preciso ser falado, e mexer em todas as feridas que são necessárias até elas se fecharem. Se ninguém mexer nas feridas abertas, como você acha que vamos fechá-las?

Por último mas não menos importante, o 4 F é:

4. FODA-SE!

Foda-se o que os outros vão pensar. Foda-se se vai dar errado. Foda-se se vamos passar vergonha. Foda-se se alguém vai ficar bravo. Foda-se se vai demorar. Foda-se se alguém é melhor do que você. Foda-se se você é pior do que alguém. Foda-se se não temos todos os recursos para competir com a concorrência. Foda-se que não temos estrutura para atacar o mercado X. Foda-se que não conhecemos direito como funcionam as coisas. Foda-se que podemos quebrar a cara. Foda-se a concorrência. Foda-se se faltam fatos para embasar nossas decisões. Foda-se se o guru supra-sumo do planeta aponta para a esquerda. Foda-se se o Sai Baba pediu para você ajoelhar. Foda-se os políticos. Foda-se os corruptos. Foda-se as coisas erradas, foda-se os ignorantes e medrosos. Foda-se todas as pessoas que NÃO QUEREM se divertir. Foda-se! VOCÊ VAI FAZER. Você vai dar a cara para bater, você vai colocar ALMA na empresa, FOCO nas tarefas e FORÇA nas reuniões.

É claro que os 4Fs não são fáceis de colocar em prática; aqueles que tem medo de tomar decisões difíceis vão sabotar qualquer idéia de foco, aqueles que acreditam em meritocracia não permitirão que você invista em novas e emergentes idéias e pessoas, e aqueles que tem medo de colocar o dedo nas feridas da empresa vão evitar as perguntas difíceis.

Foda-se!

As melhores idéias da sua empresa não vão ver a luz do dia a não ser que você lute contra todos os processos feitos pela galera que comanda os processos, ou pela galera que segue os processos.

Se você não for amado ou odiado; se você não for chamado de arrogante; se você não for chamado de desinteressado; se ninguém ficar bravo com o que você diz, você não estará se esforçando o suficiente para mudar o mundo para melhor.

Foco no que você acredita com coragem para se arriscar.

Fonte: http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2012/06/os-4fs-que-v%C3%A3o-mudar-a-sua-vida-.html

Imagem - App Store

Listão de apps da App Store com desconto de páscoa

Como sempre acontece, vários desenvolvedores aproveitam datas festivas para fazer promoções em aplicativos da App Store. Na Páscoa não é diferente e diversas empresas reduziram seus preços para o feriado, por tempo limitado.

Confira abaixo a lista (arteriscos indicam jogos de graça). Lembrando que, como não há a categoria GAMES na App Store brasileira (leia o porquê aqui), você pode comprar com uma conta argentina, usando cartão de crédito brasileiro.

 app-store-iphone

Electronic Arts

Chillingo

SEGA

Gamevil

Digital Chocolate

99Games

Diversos

Fonte: blogdoiphone.com

modelo-de-negocios

Modelo de negócio e rentabilidade

Em uma conversa com amigos empreendedores, as conversas nos levaram para uma questão muito importante: Por que diversas empresas não encontram seu modelo de negócio?

Tento responder de forma clara e objetiva. Muitas empresas não esperam atender um público tão grande quanto alcançaram ou simplesmente não planejaram as formas alternativas de ganhar dinheiro.

Veja a Wikipédia que atualmente pede doações constantemente, será que eles não possuem um produto ou serviço que gere valor econômico? Creio que sim! Eles possuem atualmente uma das maiores fontes de pesquisa rápida e atualizada do mundo.

Podem com certeza cobrar por algo, só que ainda não o fizeram.

O caso da Wikipédia é apenas um exemplo, mas muitas empresas acabam falindo com ótimos produtos ou serviços por não escolherem o melhor modelo de negócio. Políticas de preço, concorrência, público-alvo e diversos outros fatores formam um bom modelo de negócios.

Por que meu site não dá resultados?

Seu site não dá resultados? O que fazer?

Se o site de sua empresa ou seu site pessoal não dá resultado $$, saiba que algo está errado. Analise os relatórios de acessos e tenha um conhecimento sólido de seu público-alvo. Focar no público-alvo é um fator que leva ao sucesso na maioria dos casos.

Existem duas opções para seu site não dar resultado:

  • Você fez um Site Feio para Burro que realmente não converte as visitas; ou
  • Você fez um Site Bonito para Chuchu

Para o 1º caso não há o que fazer aqui: o melhor é voltar e ver como construir um bom site, sem churumelas. Veja como um bom projeto visual pode fazer a diferença aqui.

Aqui tratamos sobre o 2º caso. Imagina só fazer um baita investimento para atrair visitas e fazer o site ficar “Bonito para Chuchu”, mas não ter resultados.

Como numa loja física, em alguns momentos o seu cliente poderá ficar em dúvida em relação ao que é oferecido na página. Porém, na loja física existem vendedores lá prontos para ajudar – mas e no site? Nem sempre esse potencial cliente está disposto a pagar pra ver, ou seja, se ele não conseguir tirar suas dúvidas, pode ter certeza de que ele não fará a compra.

Com o objetivo de diminuir esse problema, explicamos abaixo 3 formas de você encorajar os visitantes do seu site a entrarem em contato você:

1- Email e formulário de contato

Sempre vale a pena repetir: é muito mais fácil apagar spam do que conseguir um novo cliente, então deixe o seu email visível sempre que possível.

Um modo semelhante, mas que facilita a vida do seu potencial cliente é o famoso formulário de contato (ou de pedido de orçamento). Através do site você torna possível o envio de uma mensagem e pronto – dúvida enviada.

  • Vantagem: é uma ferramenta bastante comum, então com usabilidade simples.
  • Desvantagem: o tempo de resposta é muito importante, já que esse potencial cliente tem o risco de ter ido buscar outra saída para a necessidade dele.

2- Chat-online

É um sistema cada vez mais utilizado e já tem sido bem aceito por internautas. Basicamente, quando tem alguém navegando no seu site, uma janela aparece e oferece ajuda. Essa ajuda é você ou sua equipe respondendo via chat as dúvidas dessa pessoa.

Simples assim.

  • Vantagem: seu cliente não sai da sua página e já tira dúvidas na hora, o que dá a chance dele efetuar a compra na hora.
  • Desvantagem: demanda que tenha uma pessoa respondendo e provendo informações.

Um sistema legal de chat-online é o WebChat da Locaweb, veja mais sobre ele aqui.

3- Telefone

O bom e velho telefone é ainda um dos mais eficientes. Você mostrar um telefone de contato pode ser a diferença para que uma venda aconteça. Isso acontece porque além do cliente poder tirar quaisquer dúvidas, o contato direto por voz com outra pessoa passa maior confiança e tranquilidade a quem está comprando.

  • Vantagem: maior possibilidade de conversão.
  • Desvantagem: custo maior com RH para atender as ligações.

Além de dar esse suporte na hora da compra, a vantagem de se usar essas ferramentas é ter o contato desse potencial cliente. Por mais que ele não faça a compra na hora, você passa a ter seus contatos e, futuramente, poderá tentar a venda novamente.

Fonte: SaiaDoLugar.com.br

retorno sobre investimento segmentado

Quanto mais objetivo e claro, mais caro!

Você que trabalha diretamente com publicidade online ou offline, e que normalmente escuta clientes reclamando do preço da mídia, saiba que a explicação mais lógica e que fará com que ele entenda é a seguinte:

“Quanto mais rápido e melhor você acertar seu público-alvo, maior será o custo… porém, o retorno é praticamente certo e muito  maior que o da mídia barata!”

Utilizo sempre o exemplo da segmentação em campanhas de links patrocinados que muitas vezes o cliente foca tanto no público-alvo que se assusta com o CPC (Custo por clique). Basta levar em consideração que o resultado da campanha não será analisado apenas pelo custo e sim pelo retorno sobre investimento.

 

Steve Jobs - "Maluco" e Revolucionário

Os empreendedores (malucos) é que mudam o mundo!

Todo mundo está careca de saber que empreendedores são sonhadores, mas ao mesmo tempo realizadores, ou seja, eles sonham com uma nova realidade e, a partir daí, começam a sair do lugar para transformar as coisas ao seu redor.

É claro que esse não é o caminho mais fácil. Na teoria, o caminho mais fácil é você trabalhar na empresa dos outros. No entanto, faz parte da natureza do empreendedor querer construir o próprio caminho e a própria realidade o que, obviamente, envolve (possivelmente) mais riscos, desafios e dificuldades.

Pessoas que não possuem o espírito empreendedor não conseguem entender o porquê fazemos o que fazemos e talvez, por isso, gostem de dizer que somos malucos e que o que queremos fazer (quase sempre) é uma loucura. Mas a questão aqui é a seguinte: ser maluco é bom. Afinal de contas, se não fossem os malucos nós ainda viveríamos em cavernas, não é mesmo?

O que quero dizer com isso é que para alguém utilizar um produto ou serviço que facilite e/ou melhore sua vida (independente do que seja), outro alguém teve que imaginar esse produto ou serviço e é justamente aí que o empreendedor entra na história.

Está mais do que claro que empreendedores transformam o ambiente ao seu redor. Transformam a vida das pessoas. E cá entre nós… só mesmo os malucos para quererem fazer algo assim. Para quererem e gostarem de encarar os desafios que envolvem fazer algo acontecer.

Os empreendedores (malucos) mudam o mundo e eu tenho certeza que, assim como eu, você tem muito orgulho de fazer parte desse grupo. Não tem?

Fonte: saiadolugar.com.br

Taxi - Encontre o disponível mais próximo

5 Aplicativos para você encontrar um táxi disponível


Em grandes cidades, como São Paulo, por exemplo, o dia pode amanhecer de um jeito e terminar de outro. Além do trânsito, de possíveis problemas com o transporte público ou de chuvas torrenciais que alagam todas as ruas, é bem comum a gente se encontrar em uma situação de pressa e emergência por uma carona. E o pior: sem nenhum contato de táxi na agenda.

No mais, seja por uma urgência ou por simples necessidade, encontramos 5 aplicativos capazes de localizar e chamar serviços de táxi em diversos locais do país pelo próprio smartphone. Confira:

1. Moove Taxi

Moove Taxi é um dos melhores apps para encontrar pontos de táxi pelo Android ou iPhone em São Paulo.

Com base na sua geolocalização, ele acessa uma extensa base de dados e te dá a localização e o telefone dos pontos mais próximos de você – até com os dados da distância entre você e o ponto. Dá pra fazer a ligação direto do app.

Além disso, a aba Rádio Taxi mostra os telefones das rádios mais comuns de taxis de São Paulo. Em Favoritos, você pode colocar os pontos de táxis que usa com maior frequência, para ter acesso fácil. Um dos recursos mais legais do aplicativo é a aba táximetro. Nela, você coloca um endereço inicial, um final e ele calcula o preço médio da corrida – nos testes o preço se mostrou bastante próximo do real. Por fim, o app é colaborativo, então há uma aba para você adicionar um ponto novo.

A interface do Moove Taxi é bonita, clean e muito fácil de usar. O aplicativo é gratuito, está sempre em melhorias e tem versões para iPhone e Android. Todo mundo sabe da dificuldade que é pegar um táxi em São Paulo, o Moove Taxi tornou-se um app indispensável.

Baixe o Moove Taxi para Android pelo Downloads INFO.

Baixe o Moove Taxi para iPhone pelo Downloads INFO.

2. ResolveAí

Resolveaí é um serviço criado para facilitar a comunicação entre os usuários e taxistas pelas cidades. Disponível por enquanto nas cidades do Rio de Janeiro e Brasília, ele permite traçar rotas e buscar os carros disponíveis para atender no momento.

Para começar a utilizar o Resolveaí é preciso realizar um cadastro simples. Depois, é possível cadastrar alguns endereços para facilitar na hora de solicitar uma rota com o táxi.

A página inicial já permite preencher o formulário com o endereço de onde o usuário está, e para onde ele quer ir. Há duas opções de serviço de táxi para escolher: Comum e Premium. O serviço também possui um mecanismo que identifica automaticamente o endereço do usuário – caso ele permita.

Após preencher com os dados e realizar uma consulta, o Resolveaí mostra todos os carros disponíveis para buscar o usuário. Caso a rota seja confirmada, basta aceitar a proposta do site e aguardar.

Baixe o ResolveAí para iPhone pelo Downloads INFO.

3. Taxibeat

Com versões gratuitas para Android e iOS, o Taxibeat ajuda a localizar e chamar serviços de táxi pelo smartphone com Android ou iOS.

A partir da localização do usuário, o aplicativo localiza os táxis mais próximos e mostra informações como o nome dos motoristas, modelos de carro, avaliações de outros passageiros, e a distância até o ponto.

Caso seja feito algum pedido de táxi, há como rastrear o veículo em direção ao usuário pelo próprio mapa.

Baixe o Taxibeat para Android pelo Downloads INFO.

Baixe o Taxibeat para iOS pelo Downloads INFO.

4. 99Taxis

Bem avaliado no Google Play, o app 99Taxis é capaz de encontrar e pedir o táxi mais próximo do usuário a partir do GPS do smartphone.

Tudo que o usuário precisa fazer para começar a utilizar o app é ativar seu serviço de localização, confirmar um número de telefone, e escolher em qual localidade deseja chamar o táxi.

Alguns taxistas já possuem foto e diversos dados para segurança, inclusive seu número de contato. Há, também, como acompanhar a chegada do veículo em tempo real pelo celular.

O 99Taxis é gratuito para Android. E tudo indica que, em breve, haverá também versão para iOS.

Baixe o 99Taxis para Android pelo Downloads INFO.

5. Táxi Aqui

Táxi Aqui é um serviço para solicitar táxi pelo smartphone. Com ele, o usuário consegue localizar os pontos mais próximos dele pelo GPS, e pode chamar um taxista direto pela internet, sem precisar ter dor de cabeça com diversos atendimentos pelo telefone.

O app pretende se expandir para cobrir as principais cidades do país, e já atende capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, por exemplo.

Baixe o Táxi Aqui para Android pelo Downloads INFO.

Baixe o Táxi Aqui para iPhone pelo Downloads INFO.

 

Fonte: info.abril.com.br

responsividade e dicas de media queries

O que são Media Queries e como elas influenciam o Design Responsivo?

Design Responsivo III – Media Queries e Compatibilidade

Ok. Então você decidiu fazer o seu layout responsivo… Este post contém muitas informações e ferramentas úteis para criar imagens fluidas, fazer consultas de mídia, vencer os browsers antigos e testar o resultado final para você desenvolver um layout like a boss.

exemplo de design responsivo

Imagens Fluidas

O primeiro passo é garantir que as imagens vão se adaptar de acordo com o layout. A solução mais prática é forçar as imagens a se redimensionarem proporcionalmente de acordo com o tamanho de um container. Para fazer isto basta uma linha de código:

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img {
    max-width: 100%;
}

Esta técnica também funciona para outros objetos como vídeos:

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img,
embed,
object,
video {
    max-width: 100%;
}

Se você (ainda) dá suporte ao Internet Explorer 6 você deve colocar o seguinte parâmetro em uma folha de estilos especifica para ele:

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6
img,
embed,
object,
video {
    width: 100%;
}

Parece a mesma coisa, mas não é. A diferença é que no max-width:100% as imagens nunca ultrapassarão o tamanho do container. Já no segundo caso as imagens SEMPRE estarão EXATAMENTE do tamanho do container. Se você for usar esta regra para o IE certifique-se de que suas imagens são do tamanho certo para não “estourar” os pixels, ok?

Outra coisa importante de se ter em mente é que o Windows não renderiza muito bem imagens redimensionadas em browsers antigos (como IE7 ou anterior). O artigo Fluid Images do Unstoppable Robot Ninja ensina a usar o filtro AlphaImageLoader para corrigir o problema. Realmente ninja!

Outra técnica bacana é cortar as laterais da imagem, escondendo ou revelando algumas partes de acordo com o tamanho do browser. Uma maneira simples de fazer isto seria determinar um overflow:hidden para o container da imagem.

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.uma-div-feliz {
   overflow: hidden;
}
.uma-div-feliz img {
   display: block;
   max-width: auto;
}

Só lembrando que esta técnica vai cropar (existe este verbo? :) ) a imagem indiscriminadamente. Se você quiser ter um controle maior sobre que parte da imagem é cortada o artigo Hiding and Revealing Portions of Images ensina algumas maneiras de fazer isto.

O que são Media Queries?

A explicação rápida: são expressões de CSS utilizadas para mudar o layout em diferentes aparelhos sem mudar o conteúdo. A explicação longa: No CSS2 existia uma função chamada Media Type. Ela servia, como o nome já diz, para reconhecer um determinado tipo de dispositivo. Ao todo eram 10 diferentes Media Types:

  • all – todos os dispositivos
  • aural – sintetizadores de voz
  • braille – leitores de Braille
  • embossed – impressoras de Braille
  • handheld – dispositivos de mão. Por exemplo: celulares com telas pequenas.
  • print – impressoras convencionais
  • projection – apresentações de slides
  • screen – monitores coloridas
  • tty – teleimpressores e terminais
  • tv – televisores

 

Como isto funciona na prática? Vamos supor que você queira determinar estilos específicos para a impressão em papel, por exemplo. Você pode fazer isto basicamente de duas maneiras. Acrescentando um link para uma outra folha de estilos no cabeçalho do seu documento:

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<link rel="stylesheet" media="print" href="print.css" />

Ou utilizando um CSS unificado com a função @media:

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@media print {
    /* estilos */
}

E isto serviu bem. Por um tempo… Com a evolução dos dispositivos alguns aparelhos não se encaixavam em nenhuma destas categorias. Um smartphone moderno tem a tela e resolução muito melhores do que os celulares que se encaixam na categoria handheld… E o que dizer dos recém inventados tablet? Para a nossa salvação, no CSS3 a coisa ficou mais complexa com as tais Media Queries, uma espécie de upgrade dos Media Types. Media Querie, do inglês Consulta de Mídia, é uma expressão lógica que não verifica apenas o tipo do dispositivo, mas também a capacidade dele. É como se o Media Querie fizesse uma pergunta para o browser (sendo que a resposta é sempre verdadeira ou falsa). A vantagem disto é um controle muito maior sobre o layout! Você consegue utilizar estas consultas para checar coisas como a altura e a largura do browser, orientação, resolução, etc.

Parâmetros do Media Queries

Os Media features lembram bastante as propriedades de CSS. Cada uma tem um nome e aceita certos valores. Basicamente é a lista de perguntas disponíveis que você pode fazer para o browser. São elas:

Width

Largura do viewport (janela do browser incluindo a barra de rolagem).
Valor: medidas de comprimento.
Aceita prefixo min/max: Sim.

Height

Altura do viewport (janela do browser incluindo a barra de rolagem).
Valor: medidas de comprimento.
Aceita prefixo min/max: Sim.

Device-width

Largura da mídia. No caso de uma mídia digital é o tamanho da tela. No caso de impressão é o tamanho da folha.
Valor: medidas de comprimento.
Aceita prefixo min/max: Sim.

Device-height

Altura da mídia.
Valor: medidas de comprimento.
Aceita prefixo min/max: Sim.

Orientation

Orientação da mídia.
Valor: portrait (retrato) ou landscape (paisagem)
Aceita prefixo min/max: Não.

Aspect-ratio

Proporção. Razão entre os valores do ‘width’ e ‘height’. Apenas aplicável a mídias do tipo bitmap.
Aceita prefixo min/max: Não.

Device-aspect-ratio

Proporção da tela do dispositivo.
Aceita prefixo min/max: Não.
Exemplo de aplicação:

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@media screen and (device-aspect-ratio: 16/9) {
      /* estilos */
}

Color

Número de bits por cor. Se o valor for zero o dispositivo é monocromático.
Valor: numérico
Aceita prefixo min/max: Sim.

Color-index

Número de entradas na tabela de pesquisa de cores do dispositivo de saída. Se o dispositivo não utiliza uma tabela de pesquisa de cor, o valor é igual a zero.
Valor: numérico
Aceita prefixo min/max: Sim.

Monochrome

Este recurso de mídia descreve o número de bits por pixel em um buffer de quadros monocromáticos. Se o dispositivo não é um monocromático o valor será 0.
Valor: numérico
Aceita prefixo min/max: Sim.

Resolution

Resolução do dispositivo (densidade por pixel). Apenas aplicável a mídias do tipo bitmap.
Valor: número em DPI ou DCM
Aceita prefixo min/max: Sim.

Scan

Tipo de formação de imagens especifico para televisores.
Valor: progressive (progressivo) ou interlace (entrelaçado)
Aceita prefixo min/max: Não.

Grid

Determina se o dispositivo é baseado em bitmap ou em um grid (exemplo: um terminal tty ou um telefone com apenas uma fonte fixa).
Valor: Se o dispositivo de saída é baseada em Grid o valor será 1. Caso contrário, o valor será 0. Aceita prefixo min/max: Não.
Grid neste contexto é um tipo de dispositivo. Não tem nada a ver com o grid do design, ok? :)

Operadores

Através dos operadores not (não), and (e) e only (apenas) você consegue ter um controle muito mais preciso. Você também pode utilizar o sinal de virgula que equivale a um “ou”. Combine isto com media types e você está pronto para dominar o mundo! :)

Resolução de tela, sua nova melhor amiga!

Se você quiser desenvolver um CSS tendo um dispositivo específico em mente basta você saber a resolução de uma tela (altura e largura em pixels). Já se você quer uma gama maiores de aparelhos  é preciso fazer algumas generalizações para determinar quais vão ser os pontos que o seu layout deverá se transformar. Para isto vamos considerar as seguintes larguras:

  • 320 pixels - Smartphones no modo retrato.
  • 480 pixels - Smartphones no modo paisagem.
  • 600 pixels - Tablets pequenos. Ex: Amazon Kindle (600×800)
  • 768 pixels - Tablets maiores em modo retrato. Ex: iPad (768×1024)
  • 1024 pixels - Tablets maiores em modo paisagem, monitores antigos.
  • 1200 pixels - Monitores wide.

Alguns exemplos

Um iPhone em modo retrato, por exemplo, possui 320px de width. Se você desenvolver um CSS para o smartphone da Apple basta utilizar o seguinte Media Querie:

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/* Smartphone em modo retrato */
@media only screen and (max-width : 320px) {
      /* estilos */
}

É como se você perguntasse para o browser: “Hey, o seu dispositivo é uma tela e a largura máxima é 320 pixels?”. Se a resposta for sim o navegador aplica os estilos. Fácil, né? Já se você quiser determinar os estilos de um iPad independente da orientação:

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/* iPads (restrato e paisagem) */
@media only screen
and (min-device-width : 768px)
and (max-device-width : 1024px) {
      /* estilos */
}

Estas são algumas opções. As possibilidades de combinação são infinitas. Se você quiser mais algumas idéias de uma olhadinha no artigo Hardboiled CSS3 Media Queries do Stuff and Nonsence.

Um exemplo legal de aplicação é utilizar um container e ir variando a max-width de acordo com a resolução da tela. Assim você garante que o seu conteúdo responda a diferentes tipos de dispositivos. Uma ferramenta legal para testar estes pontos de quebra é o Responsivepx. Você consegue visualizar o site e ir diminuindo e aumentando a área de corte até perceber em qual ponto começa algum problema… E aí é só usar um media query para botar a ordem na casa. :)

Para mais informações sobre Media Queries leia a documentação da W3C sobre o assunto.

OK. Mas isso funciona em TODOS os browsers?

Bem, tecnicamente os navegadores que trabalham legal com Media Queries são  Firefox 3.5+, Opera 9.5+, Safari 3+, Google Chrome 4+ e Internet Explorer 9+.  Segundo esta pesquisa cerca de 70% de todos os browsers no mercado aceitam Media Queries. Mas existem algumas maneiras de fazer os outros 30% participarem também da brincadeira…

E6 denial message by RobotJohnny.com

creditos: John Martz

Modernizr

Modernizr é uma biblioteca de JavaScript que detecta quais features de HTML5 e CSS3 um browser suporta. E isso, como vocês podem imaginar, pode ser aplicado aos Media Queries. Através de uma função em JS você pode determinar que uma folha de estilos seja carregada apenas se aquele browser aceitar Media Queries. É importante ler com cuidado toda a documentação da biblioteca para entender tudo que é possível fazer. Se você não precisa de tudo o que o Modernizr oferece, no site da biblioteca você pode baixar uma versão customizada escolhendo apenas as funções que deseja utilizar.

Ficou curioso para saber o que o seu browser atual aceita?  Sem problemas! A suite de testes do Modernizr informa tudo o que o seu navegador pode ou não fazer. Mas se bater uma preguiça de testar a aceitação em browser por browser você pode conferir algumas tabelas em alguns sites como HTML5 Please ou HTML5 & CSS3 Support.

Respond.js

Uma alternativa muito mais simples e leve (apenas 3kb) do que o Modernizzer , orespond.js adiciona suporte a min/max-width para o IE6-8 e outros browsers antigos. Útil se você só precisa destes parâmetros. Para utilizar o respond.js você precisa (além de obviamente instalar o plugin) colocar o comentário condicional /*/mediaquery*/ ao final de todas as media queries que você utilizar no seu CSS. Por exemplo:

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@media screen and (max-width: 768px) {
  ...
}/*/mediaquery*/

css3-mediaqueries-js

Outra solução baseada em javascript. O css3-mediaqueries-js  é mais pesado do que o respond, mas em compensação aceita mais funções e promete fazer IE 5+, Firefox 1+ e o Safari 2 aceitarem todas os features do Media Queries. Você pode conferir mais algumas dicas sobre como degradar suavemente Media Queries neste post da Smashing Magazine.

fonte: blog.popupdesign.com.br

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