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Mulheres no comando: elas invadiram as empresas de tecnologia.

 

Antigamente o mundo da tecnologia era dominado por homens. Mas, para alegria das feministas, este cenário mudou – e muito. Hoje, muitas mulheres estão tomando as rédeas de grandes empresas de TI como HP, IBM, Intel e Google. No caso da HP, Meg Whitman está no comando geral e, desde janeiro, a IBM passou a ser liderada por Virginia Rometty.

De todas, Meg carrega o fardo mais pesado. A executiva, que já passou pela presidência do eBay e pelo Partido Republicano, chegou à HP com o objetivo de reestruturar a empresa após a gestão mal sucedida de Leo Apotheker. “Estamos passando por um momento crítico e precisamos renovar nossa liderança para implementarmos com sucesso nossa estratégia de negócios e aproveitarmos as oportunidades que se abrem à nossa frente”, comentou Ray Lane, presidente do Conselho de Administração da companhia durante o anúncio do nome da presidente.

Apotheker passou por alguns dilemas no comando da HP. Se a fabricante investisse no acompanhamento do crescimento da Apple – que afetou as vendas de PCs com seu iPad –, os lucros da companhia seriam inevitavelmente menores. A partir daí, não haveria muita margem para grandes resultados no curto prazo, já que o setor de PCs é altamente competitivo. Então, o executivo decidiu redirecionar a fabricante para o mundo do software e abandonar a produção de PCs. Porém, a manobra não foi bem vista pelo mercado e Leo acabou sendo substituído.

Com isso, logo no início de sua gestão, Meg foi obrigada a desfazer algumas das decisões de seu antecessor, como anunciar que a empresa iria manter sua divisão de PCs e a retomada da produção de tablets para o mercado corporativo, evitando a acirrada concorrência com o iPad. “Queremos crescer no setor de software, mas sem abandonar os computadores”, disse a CEO durante o anúncio.

As resoluções da nova presidente foram vistas com bons olhos pelos analistas. Rob Enderle, do Enderle Group, considerou a desistência do spinoff muito positiva. “Isso mostra que ela toma decisões coerentes e será difícil de ela se enganar e fazer algo estúpido. Acho que esta é mais uma prova de que fizeram bem em trazer Whitman para endireitar o navio”, concluiu.

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Já Virginia Rometty assumiu o leme da IBM em situações bem mais confortáveis. O maior desafio da executiva é dar continuidade ao trabalho bem executado de seu sucessor Samuel Palmisiano, que colocou a empresa de volta à ativa. Em outubro de 2011, após 15 anos, a fabricante voltou a ser mais valiosa do que a Microsoft. A empresa superou a companhia de Bill Gates em valor de mercado e virou a quarta maior do mundo. Atualmente, o valor da IBM é de US$ 203,8 bilhões, contra US$ 203,7 bilhões da Microsoft.

Em 100 anos de história, esta foi a primeira vez que uma mulher conduz a IBM. Desde que o ex-CEO completou 60 anos e pensou em abandonar o cargo, Virginia foi citada como a pessoa mais preparada para assumir a presidência global da companhia. A executiva, que trabalha há três décadas na fabricante, ganhou notoriedade quando liderou o processo de integração com a consultoria Price Waterhouse Coopers. Uma de suas tarefas foi transformar a IBM em uma fornecedora de soluções.

“Ela é mais do que uma admirável executiva operacional”, disse Palmisano ao divulgar o nome da sucessora. “Ela traz para o cargo de CEO uma combinação única de visão, foco no cliente, implacável direção, além de paixão pelos funcionários e futuro da empresa”, concluiu.

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Outras duas mulheres que merecem destaque são Deborah Conrad, da Intel, e Marissa Mayer, do Google. Apesar de ambas não estarem propriamente à frente das companhias, elas são constantemente citadas como pilares importantes dentro das empresas.

A vice-presidente e chefe do departamento de marketing da Intel se uniu à equipe em 1986 como assessora de imprensa e nunca mais saiu. Ela chegou a trabalhar na Intel da Ásia por um tempo e voltou para os Estados Unidos para liderar o “Team Apple”, uma das principais alianças da companhia. Em 2008, quando foi nomeada diretora de marketing, Deborah não se intimidou com as decisões tomadas por seus antecessores e fez mudanças drásticas que permanecem até hoje. “Algumas das coisas que estávamos fazendo eram medíocres ou simplesmente ruins”, disse Conrad em entrevista para a Advertising Age. “Foi muito libertador para todos, pois todos queríamos as mesmas coisas”, completou.

Uma das mudanças mais impactantes foi o término de uma parceria global de anos com a McCann Erickson. Deborah trocou a famosa agência de publicidade por outras empresas menores que, segundo ela, se encaixavam melhor com os planos da Intel. A executiva também foi responsável pela criação de um dos eventos de maior destaque da empresa, o “The Creators Project”. A iniciativa, que conta com a parceria da revista Vice, mostra na música, artes plásticas e filmes as novas possibilidades oferecidas pela inovação tecnológica.

O segredo da executiva para tanta coragem e criatividade é a inspiração de alguns mentores. “Eu encontro muita motivação nas pessoas com quem eu trabalho e que trabalham pra mim. Não são apenas os líderes, mas a próxima geração de profissionais que está chegando. Eles são mais destemidos e em sintonia com seus sonhos”, finalizou.

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A musa do Google também compartilha das mesmas qualidades de Deborah. Marissa Mayer participou da história da empresa desde o começo e foi a primeira engenheira mulher da empresa. A executiva chegou ao Google em 1999, época em que o site ainda fazia algumas centenas de milhares de buscas por dia, e criou e desenvolveu a interface de buscas, além de ampliar o site para mais de 100 línguas. Mayer ainda ajudou a introduzir novos recursos ao buscador, incluindo a busca Instant, que permite resultados em tempo real na ferramenta da companhia.

Recentemente, ela passou de vice-presidente de Pesquisa de Produto para supervisora de serviços locais e de geolocalização, dois mercados que a companhia está focando para impulsionar as vendas. E, como se não bastasse, a engenheira também está entrando para o comitê operacional da empresa, o grupo de gerência mais antigo do Google.

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O motivo do sucesso destas e de tantas outras executivas é o fato das mulheres levarem para o mundo corporativo a colaboração e sociabilidade, segundo pesquisa do departamento de Psicologia da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).  De acordo com a professora responsável pela pesquisa, Karen Pine, durante o estudo ela pode perceber que ter pelo menos três mulheres na diretoria fez com que as empresas superassem a concorrência em ao menos 40%, em todos os quesitos aferidos.

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Dicas práticas de como utilizar o cliente para melhorar a indexação nos buscadores.

 

A cada ano que passa, vemos mais redes de lojas físicas de pequeno, médio e grande porte abrindo lojas virtuais e novas empresas nascendo somente para o mundo on-line. Com o aumento de empresas atuando no e-commerce, percebemos a diminuição do Retorno sobre o Investimento (ROI) das campanhas de uma loja virtual devido ao aumento da demanda de compra das mídias como AdWords, inflacionando os preços.

Portanto, os gestores estão cada vez mais investindo em formas alternativas para mostrar os seus produtos aos potenciais clientes. Um desses meios são os buscadores como o Google.

O SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de estratégias utilizadas com intuito de melhorar o posicionamento dos produtos, categorias, departamentos e todas as páginas de uma loja virtual nos buscadores. Na figura abaixo, podemos ver que os links marcados em vermelho foram pagos, mas os que aparecem marcados em verde foram indexados organicamente pelo Google.Reprodução
Nesse caso que estamos mostrando, a Net Shoes adotou uma estratégia melhor que a Corpo Perfeito para o termo pesquisado, “Tênis Nike”, e acabou aparecendo primeiro. Já a Corpo Perfeito adotou uma estratégia melhor que a World Tennis, e assim por diante.

Segundo o manual de boas práticas do Google, um dos pontos-chave para melhorar a indexação da loja virtual é a geração de conteúdo.

Sendo assim, veja dicas de como gerar e administrar o conteúdo e o tráfego para sua loja virtual.

1. Crie artigos relevantes para os consumidores dos seus principais produtos.

A BodyBuilding, empresa americana de suplementos alimentares, possui matérias exclusivas sobre os seus principais produtos. Quando um cliente adquire um desses produtos, a equipe envia um e-mail customizado para o cliente informando que na loja virtual há uma matéria indicando como utilizá-lo.
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2. Peça avaliações sobre o produto.

A Net Shoes, um determinado período após a finalização da compra, envia um e-mail para o cliente pedindo que ele escreva o que achou do produto que comprou e fazendo uma série de perguntas relacionadas ao item.
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3. Vá atrás de quem também tem conteúdo.

No mercado de moda feminina, vemos que diversos blogs possuem forte influência no processo decisório de compra. Faça alianças estratégicas com blogs ou canais de relevância no seu mercado e busque expor a sua loja nesses canais.

4. Pense… pense… repense quais palavras são mais relevantes para a sua loja.

Criar conteúdo é importante, mas criar conteúdo contendo as palavras ou expressões mais significativas para a sua loja é essencial. Utilize ferramentas como o Google Insight para definir quais as palavras mais relevantes para o seu negócio.

5. Evite, ao máximo, os conteúdos duplicados.

O Google não gosta de encontrar conteúdo duplicado. Portanto, utilize a ferramenta WebMaster Tools para identificar quantas e quais são as suas páginas que possuem conteúdo duplicado.

Esse texto foi publicado por Rafael Campos.

Rafael Campos é Gerente Comercial da VTEX, empresa fornecedora de tecnologia para o comércio eletrônico.

 

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

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Os principais motivos para você se tornar um empreendedor.

Satisfação, independência, relacionamento e outras razões que vão fazer você querer abrir seu próprio negócio

O site Rock the Post, focado em notícias do mundo do empreendedorismo, publicou uma lista com os principais motivos para uma pessoa se tornar um empreendedor. A primeira razão é simples: satisfação. Segundo o site, ser o responsável por ajudar diversas pessoas e a melhorar suas vidas é muito gratificante. Isso acontece porque na maioria das vezes um empreendedor cria soluções e serviços que podem mudar a vida dos cidadãos. E essa satisfação em ajudar o próximo pode se tornar um bom impulso à inovação.

O segundo motivo talvez seja o mais citado: independência. Todo mundo que pensa em abrir algum negócio fica atraído pela possibilidade de fazer seus próprios horários e cuidar da empresa do jeito que achar mais conveniente. A independência ainda permite que você tenha uma melhor qualidade de vida e consiga conciliar melhor o trabalho com a família. Isso sem falar que trabalhar em seu próprio negócio e conseguir atingir resultados almejados te faz muito bem. Portanto, o orgulho é reconhecido como uma das principais razões para alguém se tornar um empreendedor.

A publicação ainda aponta a construção de relações e o networking (rede de relacionamento profissional) como os maiores motivos para se empreender. Com o seu próprio negócio, você tem a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, seja um funcionário ou executivos de outras companhias. Com isso, seu círculo de amizade aumenta e sua rede de relacionamento se torna ainda maior e mais sólida. Mais uma vez, você tem a chance de ajudar pessoas, apresentando umas às outras, e obter ajuda através de sua extensa lista de conhecidos.

Obviamente, se você conhecer muitas pessoas, você também terá a chance de viajar muito. E não há nada melhor do que conhecer novas culturas e países para aumentar sua experiência de vida e lhe abrir a mente para novas ideias. Além disso, no empreendedorismo, você pode escolher quais as pessoas que irão trabalhar para você e diminuir as chances de encontrar alguém com quem você não se dê bem. Em uma empresa, é extremamente importante que os funcionários trabalhem em harmonia para que essa sinergia se reflita no resultado final.

Por fim, o site afirma que o potencial de renda é uma das características do empreendedorismo que mais chama a atenção dos potenciais empresários. A possibilidade de você ganhar quantias maiores e não se prender a um salário fixo é tentadora. Assim como há momentos de dificuldades na companhia, nos momentos de fartura ninguém melhor que o fundador para faturar uma bela bolada.

Você concorda com o site? Estes motivos te levariam a abrir a sua própria empresa? Para contribuir com a discussão, escreva nos comentários abaixo o que você acha mais atraente no empreendedorismo e o que mais te faz ficar com medo de arriscar.

 

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

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Estudo da Universidade de Harvard indica: “trabalhe menos para trabalhar melhor”.

Uma pesquisa recente desenvolvida em conjunto pela Harvard University e o Boston Consulting Group(BCG) indica que, para que as pessoas possam exercer bem sua função profissional, é necessário dedicar alguns finais de semana para você mesmo, longe de laptops e trabalhos home office.

12 times de consultoria do BCG foram entrevistados no estudo. Cada equipe deveria fazer previsões de folga entre si – e, naturalmente, tirar tais folgas. O resultado, segundo Leslie Perlow, líder da pesquia em Harvard, foi que “praticamente tivemos que forçar alguns profissionais a ficar longe do trabalho”.

Para os pesquisadores, o resultado das folgas “forçadas” fizeram com que os times se comunicassem melhor durante o expediente, compartilhando mais confidências e criando relações mais fortes de trabalho. O método de estudo também aprimorou a capacidade de planejamento estratégico e antecipação de situações, o que implica em melhora no atendimento a clientes, por exemplo.

De acordo com matéria do Wall Street Journal, o resultado agradou tanto o Boston Consulting Group que o escritório pretende adotar esse método em sua sede e também em projetos internacionais: “Isso realmente muda a forma como trabalhamos”, disse.

Você concorda com isso? Acha que produziria mais para a sua empresa se tivesse um tempo dedicado exclusivamente para si? Conte-nos o que acha disso nos comentários.

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Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais.

Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?
Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

1. Determine a personalidade da sua marca

Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

3. Desenvolva um objetivo mais consistente

Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

4. O tempo é tudo

Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

5. Praticar é essencial

Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

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Julien Fourgeaud, criador do Angry Birds, dá dicas de como alcançar o sucesso.

Foi em uma apresentação bem descontraída que Julien Forgeaud, gerente de produtos e de desenvolvimento da Rovio, subiu ao palco da Campus Party na última sexta-feira (10/02), não para falar sobre o maior sucesso da empresa finlandesa – o jogo Angry Birds -, mas sim para dar algumas dicas de como os mais de 7 mil geeks e nerds espalhados pelo evento podem alcançar o sucesso no futuro.

Divertido e cativante, o francês esbanjou simpatia ao interagir com o público enquanto falava, afirmando que também era um “campuseiro” – como são chamados os que acampam no local. Por mais decepcionante que tenha sido para alguns não ouvir uma palavra sobre o game dos pássaros nervosos, Fourgeaud ministrou uma das melhores palestras da feira de tecnologia, e contou um pouco da sua história de vida e da experiência em sair de uma cidade com apenas 4 mil habitantes para morar em Paris e, posteriormente, na Finlândia.

Aprender é a chave para o sucesso

O foco da apresentação foi a motivação pessoal e em como podemos encontrar maneiras de criar o próximo produto de sucesso, assim como Angry Birds. Para o gerente da Rovio, as pessoas têm muitas ideias, mas, em certos momentos, não conseguem colocá-las para fora porque não vivenciam melhor suas experiências. “Eu não sou um cara louco – talvez. Sou um rapaz engajado, alguém que, quando olha para um projeto legal, quer fazer parte e mergulhar de cabeça. Não penso se vai dar errado ou não: eu vou e faço”, declarou.

Forgeaud acredita que o ponto principal a partir daí é saber como definir o sucesso, seja na busca pelo emprego perfeito, dinheiro ou garotas (os) bonitas (os), ser uma celebridade famosa, ser reconhecido por algo revolucionário, ou simplesmente ter uma família. “O que é o sucesso para você? Como você o define?”, repetiu diversas vezes. Na verdade, isso tudo, segundo o francês, pode significar o sucesso, desde que você se sinta bem com aquilo que faz e desenvolva algo que faça sentido para o seu mundo.

Mas essa busca por uma vida bem sucedida não é facil. Para Fourgeaud, esse aprendizado começa desde a escola, com descobertas que o levarão a se tornar alguém responsável e, assim, entender que existe um futuro como modelo, ator, ou outra profissão. “Dúvidas vão surgir a todo momento, sempre. Escolha bem os seus estudos, mas tenha em mente que não são apenas estudos, e sim possibilidades”.

O mesmo vale para a universidade, pois lá você conhece pessoas com gostos parecidos com os seus. “É assim aqui na Campus Party: somos todos campuseiros! Temos interesses em comum, como aprender coisas novas em games, mídias sociais, robótica, tecnologia e muito mais. Encontramos colegas que possuem a mesma paixão.”

 

Além disso, a experiência é um fator que, para Julien Fourgeaud, faz toda a diferença. Ele acredita que as coisas devem ser vivenciadas durante toda a vida, incluindo as pessoas que você conhece, os lugares para onde vai, as viagens que faz, enfim. Tudo isso vai te ajudar a entender melhor a si mesmo, e mais ainda os que estão à sua volta. Outras dicas dadas pelo gerente da Rovio envolvem aprender coisas que você gosta, mas também dar uma chance para deixar experimentar aquilo que você não gosta, pois o que parece inútil agora, pode lhe ser bastante importante algum dia.

E o que você vai fazer com tudo isso? Simples: apreciar seu sucesso com família e amigos. O mais difícil, no entanto, é reconhecer também o sucesso das outras pessoas. “Eu sou francês, e entendo muito bem essa questão do ego. Mas entenda que, se alguém é maior que você, mais inteligente, mais forte, seja o que for, esse alguém tem habilidade para fazer algo que você ainda não está hábil. E isso, de certa forma, é bom, pois pode ser um impulso para aprender coisas novas e alcançá-las. Olhe a Apple, por exemplo. Muitas empresas não apostavam no iPhone, e veja como é hoje: quantos de vocês têm um iPhone e quantos um Nokia?”

“Você pode ter qualquer primeira impressão dos outros. Você pode ser a pessoa que sempre quis e sonhou em toda a sua vida, e não precisa que ninguém o diga o que fazer. Se torne aquilo que VOCÊ realmente quer ser, conheça as pessoas com quem VOCÊ quer estar. Nada é impossível”, finalizou.

Emoção e confusão

Outros momentos da palestra chamaram a atenção do público. Fourgeaud chegou ao palco vestindo várias camisetas de empresas que participaram da Campus Party para destacar as comunidades e startups brasileiras. Ao falar sobre a valorização que devemos dar a cada experiência de vida, emocionou-se ao lembrar de uma amiga que morreu em um acidente de bicicleta e por ter perdido a oportunidade de vê-la mais vezes.

A apresentação também ficou marcada pela manifestação de alguns campuseiros que reclamaram da insegurança do evento, alegando furtos em algumas barracas. Mario Teza, diretor-geral do evento, interrompeu Fourgeaud para esclarecer a confusão e prometer reforço na segurança. Em resposta, o gerente da Rovio lembrou aos protestantes que todos estavam ali em comunidade e deviam se ajudar, ao invés de partir para a violência.

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

 

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Cuidado! Não confunda sua vida pessoal com a virtual.

 

Nesta terca-feira (07/02), durante a Campus Party Brasil 2012, o gerente geral de segurança do portal UOL, deu dicas de como diminuir os riscos na rede e continuar com sua privacidade intocada. Para ajudar os internautas, o especialista apresentou uma pesquisa de análise de comportamento que concluiu que o ser humano tende a se comportar da mesma maneira nos mundos virtual e real.

Segundo ele, um mero post em rede social pode trazer perigos. Para exemplificar, o especialista citou o caso de um funcionário de uma companhia de soluções para web, que foi demitido por causa de um tuíte. Para comemorar a vitória de seu time de futebol, o funcionário brincou com outro time usando o nome de sua empresa. Porém, na época, a companhia era patrocinadora oficial do time paulistano.

Algo parecido também ocorreu com um importante executivo, que precisou apagar de sua “lista de desejos” de um site de compras, um livro que ensinava como fabricar uma bomba atômica. Por conta disso, Nelson fez um alerta: cuidado com as listas de desejo ou serviços que exibem nas redes sociais o que você está ouvindo ou assistindo, elas podem ser usadas contra você.

Outra dica de Nelson é tomar cuidado com os amigos do Facebook. Ele diz que, mesmo que a pessoa seja conhecida, seu perfil pode conter falhas de segurança. Além disso, sempre há a possibilidade de um criminoso virtual utilizar uma conta “real” para enganar as vítimas. Fora isso, Nelson explica que é importante se lembrar que um post pode ficar eternizado na rede. “Uma vez postada, a informação fica lá para sempre. Ou seja, se você coloca alguma mensagem, mesmo que ela seja apagada, alguém pode ver, salvar ou até tirar um print screen e, então, ela será eternizada”, ressaltou.

Apesar de todos os avisos e alertas, Nelson afirma que sair das redes sociais não é a solução. De acordo com ele, basta pensar antes de postar. “Tem de haver consciência na hora de publicar informações nas redes sociais. Uma consciência que dure 24 horas por dia e 7 dias por semana, pois nosso hábitos, mesmo que virtualmente, dizem muito sobre nós”, concluiu.

Você tem alguma dica de como manter sua privacidade e segurança na rede? Compartilhe conosco nos comentários.

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

 

fundo

Apresentamos: Resolve Rs

A Resolve Assessoria Financeira é uma sociedade de fomento mercantil, uma factoring, que tem como clientes pessoas jurídicas. Sua atividade principal consiste na compra de títulos de curto prazo,provenientes da venda a prazo de mercadorias ou prestação de serviços.

A Resolve Incorporadora e Construtora tem como atividade a contrução de residenciais, casas e apartamentos na região metropolitana de Porto Alegre. A organização tem por missão construir um produto de extrema qualidade, objetivando propiciar a realização, comodidade e satisfação dos clientes.

Agora, que estão levemente apresentados… Bora ir no site dar uma olhadinha!

http://www.resolvers.com.br/intro/

twitter

Se largar o cigarro é difícil, ficar longe do Twitter e Facebook pode ser ainda pior.

 

Você sofre quando precisa ficar longe das redes sociais? Pois saiba que não está sozinho. Apesar de o álcool e o tabaco levarem a fama, é à tentação do Twitter e do Facebook que as pessoas mais têm problemas em resistir. Essa foi a conclusão de um estudo da Booth Business School da Universidade de Chicago publicado no jornal científico “Psychological Science”, que analisou cerca de 8.000 relatórios sobre os desejos e impulsos cotidianos de 250 pessoas.

O levantamento revelou que sono e sexo eram as duas coisas a que as pessoas mais ansiavam durante o dia. Mas checar as redes sociais foi considerado o impulso mais difícil de resistir – pior do que fumar e beber, inclusive.

Como as redes sociais vivem nos enviando notificações tentando chamar nossa atenção enquanto tentamos nos concentrar em nossos afazeres, deixá-las de lado acaba se tornando um desafio. Segundo os pesquisadores, os constantes esforços para resistir a uma tentação podem minar a força de vontade das pessoas e fazer com que os desejos voltem ainda mais fortes, aumentando as chances de falhar.

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Neste ano, o videogame faz 40 anos.

Aproveitemos a ocasião para ficarmos de cara grudada na TV, o lugar onde tudo começou.

Em 1951, cerca de 12 milhões de televisores existiam no mundo e Ralph Baer, engenheiro de televisão da Loral Electronics, pensava o que ele poderia fazer com suas habilidades extracurriculares com TVs. A empresa estava querendo evoluir a TV do ponto de vista tecnológico, e Baer diss epara seu chefe: não seria bem divertido se a televisão incorporasse um elemento de jogo à experiência? O cara já estava pensando no futuro, mas seus chefes não estavam prontos para a inovação. Foram necessárias mais duas décadas e uma empresa diferente para que a sugestão tomasse forma.

A TV a cores renovou o interesse de Baer na possibilidade de jogar jogos no televisor. Assim, em 1966, agora na empresa Saunders Associates, ele fez um esboço como um jogo de perseguição funcionaria. O resultado é um documento de quatro páginas que Baer considera seu momento Eureka dos videogames.

Usando um chassi de tubo de vácuo e um Gerador de Alinhamento de TV Heathkit CG-62, Baer criou algo que fazia com que as linhas e quadrados se movessem pela tela. Era um protótipo funcional, e finalmente seus chefes ficaram impressionados. Baer recebeu a luz verde e algum dinheiro para trabalhar em sua inovação e transformá-la em algo comercial.

Um mês depois, com uma equipe de pesquisadores no pacote, o grupo desenvolveu uma “arma de luz” que podia atingir os quadrados na televisão. (O primeiro Duck Hunt?) Baer batizou essa segunda tentativa de console de “Pump Unit”, por causa de uma alavanca que ficava ao lado do televisor. Ele tinha circuitos individuais para cronometragem, bem como gerador de cor e pontos. Com a evolução do modelo, os jogos evoluíram juntos: eles passaram de jogos de perseguição e tiro para pingue-pongue e handebol.

Baer criou sete consoles antes de chegar à versão programável que ele batizou com um nome bem bobo: “Brown Box”. (Ele provavelmente a chamaria de Putaconsoleanimalquequebratudoemgráficos se eles soubesse quão multibilionária a indústria dos games viria a ser.) Após oferecê-la a algumas empresas, Baer licenciou a Brown Box para a Magnavox em julho de 1971. Durante um ano de teste de jogos, a Magnavox chamou a unidade de “Skill-o-Vision”, antes de ele chegar ao mercado de verdade, em 1972, como o clássico “Odyssey”. O resultado foi bom, com 100 mil unidades vendidas no primeiro ano, mas não foi exatamente um sucesso enorme. O comum engano de que o Odyssey só funcionava em televisores da Magnavox pode ter diminuído a procura, mas um outro competidor apareceu nesse papo de videogame.

Baer se autointitula o pai dos videogames caseiros, mas foi o pai dos fliperamas que realmente fez a indústria dos games deslanchar. Após ver o jogo de pingue-pongue criado por Baer em uma demonstração em maio de 1972, Nolan Bushnell, fundador da Atari, lançou o Pong no fim do mesmo ano. O jogo foi lançado incialmente como uma máquina operada após o depósito de uma moeda antes de fazer sua transição para as salas. Certamente existiam similaridades entre os dois sistemas, mas a versão de Bushnell tinha controles mais simples e uma bolinha que nunca saía da tela.

Pong foi um hit, e até ajudou a aumentar um pouco as vendas do Odyssey. Mais jogos como ele foram lançados, e apesar de o lucro não ser grande, a Magnavox ganhou muito com diversos processos por violação de patentes. (A própria Atari licenciou a tecnologia da Magnavox em 1976 após perder um processo na Justiça.)

Após isso, a Atari carregou a tocha dos games. A empresa vendeu 30 milhões de consoles em três décadas. O primeiro console a separar o jogo do console foi o Atari 2600 VCS, de 1976, com cartuchos ROM programáveis por meio de software, e uma empresa formada por ex-designers da Atari, chamada Activision (talvez você já tenha ouvido falar) se tornou a primeira empresa a se focar exclusivamente na produção desses games em 1979.

Quarenta anos depois e oito gerações de consoles desde o primeiro design de Baer, a indústria dos games não para de crescer. Ou pelo menos é nisso que acreditam os blogueiros de games, claro.

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Qual o melhor antivírus para proteger seu computador?

Qual o melhor antivírus a ser utilizado em um computador?

Muita gente quer saber se seu computador está bem protegido com o Avast Free, um programa de segurança de computadores gratuito.

As duas questões podem ser respondidas de forma simples: o melhor antivírus é aquele que tem seu banco de dados sempre atualizado.

Embora cada um dos antivírus tenha um sistema próprio para averiguar se eles estão atualizados ou para atualizá-los, a forma mais simples de realizar o update é clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do programa, que normalmente fica ao lado do relógio do Windows. Ao fazer isso, aparecerá uma janelinha que oferecerá, entre outras opções, a atualização. Basta clicar sobre o item, que a nova versão será baixada.

“A cada dia surgem mais de 40 mil novas ameaças. Além de atualizar a base de assinaturas com as informações dessas novas ameaças, muitas vezes novos algoritmos e técnicas de detecção são disponibilizados”, aponta Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil. “A base de assinaturas pode ter várias atualizações diárias. Já o programa com novos algoritmos e técnicas é atualizado com uma frequência bem menor.”

Logo, o melhor antivírus é aquele que esteja sempre atualizado – tanto por parte do desenvolvedor, quanto do usuário, que deve baixar todas as atualizações disponíveis do programa em seu computador. Se o software estiver em dia com as atualizações, o usuário já estará seguro.

Qual deles?

Muitas pessoas consideram esse tipo de software um mal necessário, já que, embora protejam o PC, alguns tornam a máquina lenta ao escaneá-la ou indicar falsos positivos (detectar como vírus programas idôneos). Entretanto, há diferentes opções no mercado que podem agradar a diferentes gostos: desde softwares mais leves e rápidos até aqueles com recursos e funções diversas, como agendamento de escaneamento e monitoramento da máquina em tempo real.

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Como usar as redes sociais em benefício da sua empresa?

 


Redes sociais como o Twitter, Orkut e Facebook valem ouro. São ferramentas cada vez mais populares na internet e um fenômeno tão recorrente e forte que não pode passar despercebido pelas pequenas e médias empresas.

Dados de uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo mostraram que os empreendimentosque investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas redes tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.

“É preciso alertar as empresas, de quaisquer portes, para a eficiência e relevância das redes sociais”, diz o especialista em tecnologia de informação Luís Fuzaro. “Há um benefício bastante grande em usar esse tipo de tecnologia porque agiliza os processos de negócios”, completa. Para o especialista, as redes sociais, desde que utilizadas adequadamente, evitam duplicidade de informação, aumentam o trabalho colaborativo e melhoram os repositórios para criar um conhecimento coletivo da empresa.

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As vantagens de se ter uma Página na Internet

A Internet se tornou a maior ferramenta de marketing do mundo, e também a mais acessível. Tudo isso se deve ao seu alcance de grande parcela da população mundial acarretada pela sua dinamização e disseminação crescentes no planeta.

A tendência do mercado atual é que cada vez mais as empresas, necessitarem de um segundo endereço, o virtual. De modo que divulguem seu conteúdo para se sobreporem ao seu concorrente que possivelmente já têm sua página na internet. Um endereço virtual gera publicidade e credibilidade por parte do internauta e consumidor.

Os benefícios de se ter uma identidade virtual são vários. Podemos apontar como os principais o fato que a internet é o meio que passa as devidas informações de maneira rápida e objetiva. Gerando um grande segmento sobre o cartão de visitas sem haver pressão sobre o cliente. Este fica à vontade pra decidir o que consumir, sendo atraído de forma natural aos domínios empresariais.

Torna a relação mais amigável com o consumidor, por diminuir significativamente as necessidades de inconveniências inerentes às outras formas de divulgação como: Telemarketing, Panfletos poluentes, Correspondência e Outdoor que causam poluição visual e ambiental. Desse modo, esclarece mais que todos os meios anteriores citados e com mais elegância se for contratado o profissional correto para direcioná-lo devidamente. E o custo com a mão de obra e matéria prima são muito menores, pois, precisam contar com inúmeros profissionais e/ou despesas de impressão altíssimas devido à demanda comercial. Outra vantagem que leva sobre as outras formas de anúncios, é que pode ser acessado a qualquer hora e lugar que tenha internet, tornando mais conveniente e as propostas oferecidas sendo analisadas com mais peculiaridade e calma.

css3-web-design-examples

Dicas CSS 3

Não é de hoje que o CSS se tornou o elemento chave na hora de buscar detalhes no layout que sejam realmente eficazes. Com o CSS3 não foi diferente, trazendo algumas alterações como:

  • Box-Shadow: Serve basicamente para aplicar efeitos de sombra em elementos de bloco
  • Text-Shadow: Serve basicamente para aplicar efeitos de sombra em textos
  • Border-Radius: Serve basicamente para arredondar o canto de elementos de bloco
  • Opacity: Serve basicamente para ajustar a opacidade de algum elemento da página
  • Outline Offset: Aplica uma linha externa ao objeto.
  • Entre outras novidades

Text-shadow: declaração

É com a propriedade text-shadow que podemos adicionar sombra a um texto utilizando CSS3. Sua declaração é bastante simples. No exemplo, vamos adicionar uma sombra preta a um elemento <h1> cinza claro:

text-shadow: #000 2px 3px 2px;
text-shadow: #000 2px 3px 2px;

No exemplo, #000 é a cor da sombra, o primeiro valor (2px) é a distância horizontal da sombra em relação ao elemento, o segundo valor (3px) é a distância vertical da sombra em relação ao elemento e o terceiro valor (2px) é oraio da sombra (efeito blur).

Obviamente, como qualquer outra declaração em CSS, podemos utilizar qualquer unidade de medida para definir a distância e o raio da sombra, não apenas pixels:

text-shadow: #000 0.2em 0.3em 0.2em;
text-shadow: #000 0.2em 0.3em 0.2em;

Sendo um efeito de sombra, ele tem resultados mais naturais quando usamos tons de cinza. Sombras com distâncias e raio pequenos têm um efeito de relevo bem interessante, que promete ser a tendência para essa propriedade:

text-shadow: #FFF 1px 1px 1px;
text-shadow: #FFF 1px 1px 1px;

text-shadow: #999 1px 2px 2px;
text-shadow: #999 1px 2px 2px;

Sombras coloridas e raios com valores muito alto são irreais e dão um aspecto completamente amador ao layout. Por isso, esse efeito deve ser utilizado com muita cautela:

text-shadow: #600 1px 2px 5px;
text-shadow: #600 1px 2px 5px;

Como esse recurso é utilizado para sombrear textos, quando aplicado a outros elementos terá efeito apenas sobre o seu conteúdo:

div {text-shadow: #600 1px 2px 5px; border: #000 1px solid;}
div {text-shadow: #600 1px 2px 5px; border: #000 1px solid;}

Múltiplas sombras e valores negativos

É possível aplicar mais de uma sombra a um mesmo texto. As sombras se sobrepõem de acordo com a ordem da declaração, mas nunca vão se sobrepor ao texto original. Repare que na segunda declaração os valores dos deslocamentos horizontal e vertical são negativos, o que faz a sombra ser projetada na direção contrária (à esquerda e acima do elemento):

text-shadow: #000 1px 1px 1px, #FFF -1px -1px 1px;
text-shadow: #000 1px 1px 1px, #FFF -1px -1px 1px;

Box-shadow: declaração

Agora vamos ver como aplicar sombras em bordas. A declaração da propriedade box-shadow é semelhante à da propriedade text-shadow:

box-shadow: #000 2px 2px 1px;
box-shadow: #000 2px 2px 1px;

Onde #000 é a cor da sombra, o primeiro valor (2px) é a distância horizontal da sombra em relação ao elemento, o segundo valor (2px) é a distância vertical da sombra em relação ao elemento e o terceiro valor (1px) é o raio da sombra (efeito blur).

Porém, assim como na propriedade border-radius, existem duas declarações diferentes: -webkit-box-shadow para Chrome e Safari, e -moz-box-shadow para o Firefox. No momento em que este artigo era escrito, o navegador Internet Explorer, pelo menos até a versão 8, não oferecia suporte ao recurso. Porém, como as sombras têm um efeito apenas estético, a falta de suporte não deve atrapalhar a navegação de usuários com browsers nessa condição.

Veja mais exemplos do uso dessa propriedade. Note que o fundo azul serve apenas para realçar o objeto branco e mostrar claramente como as sombras funcionam:

box-shadow: 5px 5px 10px #0076a3;
box-shadow: 5px 5px 10px #0076a3; -webkit-box-shadow: 5px 5px 10px #0076a3; -moz-box-shadow: 5px 5px 10px #0076a3;

box-shadow: -1px -1px 2px #325d6f;
box-shadow: -1px -1px 2px #325d6f; -webkit-box-shadow: -1px -1px 2px #325d6f; -moz-box-shadow: -1px -1px 2px #325d6f;

Tal como acontece com text-shadow, podemos utilizar qualquer unidade de medida para definir a distância e o raio da sombra com box-shadow, não apenas pixels:

box-shadow: 0px 0px 1em #666;
box-shadow: 0px 0px 1em #666; -webkit-box-shadow: 0px 0px 1em #666; -moz-box-shadow: 0px 0px 1em #666;

Múltiplas sombras em bordas

Também é possível adicionar múltiplas sombras a um elemento usando box-shadow, bastando, para isso, separar as declarações com vírgula. As sombras se sobrepõem na ordem em que foram declaradas, mas nunca se sobrepõem ao elemento original.

No seguinte exemplo, utilizando uma sombra mais escura que o fundo e outra mais clara, ambas com os valores baixos do raio e das distâncias, criamos um interessante efeito de profundidade:

box-shadow: -1px -1px 1px #325d6f, 1px 1px 1px #bfe3f2;
box-shadow: -1px -1px 1px #325d6f, 1px 1px 1px #bfe3f2; -webkit-box-shadow: -1px -1px 1px #325d6f, 1px 1px 1px #bfe3f2; -moz-box-shadow: -1px -1px 1px #325d6f, 1px 1px 1px #bfe3f2;

É importante ressaltar que, assim como em um editor de imagens, o uso da sombra deve ser bem utilizado. Sombras coloridas ou com raio muito grande são irreais e dão um aspecto amador ao seu layout:

box-shadow: -5px -10px 30px #900, 6px 9px 15px #090;
box-shadow: -5px -10px 30px #900, 6px 9px 15px #090; -webkit-box-shadow: -5px -10px 30px #900, 6px 9px 15px #090; -moz-box-shadow: -5px -10px 30px #900, 6px 9px 15px #090;

Aplicação em outros elementos

Nos exemplos anteriores, aplicamos a sombra a elementos <div>, mas a propriedade box-shadow pode ser utilizada em qualquer elemento. Nos exemplos abaixo, aplicamos sombra aos elementos <button> e <input>, e também em uma imagem com uma borda branca:

box-shadow aplicado a outros elementos

É claro que o Internet Explorer até a versão não interpreta nosso querido CSS3. Me pergunto como milhares de pessoas utilizam um navegador que não segue um padrão. Mozilla firefox, Google Chrome, Opera e Safari seguem de certa forma um padrão e estão sempre sendo atualizados. A microsoft desde os primórdios não soube aproveitar o trunfo de possuir a grande parcela do mercado de sistemas operacionais para lançar ferramentas web que ajudem realmente.O webmatrix, por exemplo, é legal mas não é uma brastemp. As ferramentas online do Office são fracas ao extremo e quem nunca usou o Apple Mail, sofre na mão do Outlook horroroso 

 

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